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EXPOMAFE terá a Jacto como atração do Estande Temático

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A empresa Jacto, tradicional no setor de fabricação de máquinas e implementos agrícolas, localizada na cidade de Pompeia, em São Paulo, irá abrilhantar o Estande Temático através da apresentação de sua rica história, de seus produtos, de sua avançada tecnologia e da importância das máquinas-ferramenta e sistemas integrados de manufatura em seu processo produtivo.

A Jacto, que faz parte do grupo que leva o seu nome - Grupo Jacto - , foi escolhida por se tratar de uma empresa nacional que vem contribuindo de forma decisiva há quase 70 anos para o desenvolvimento da agricultura brasileira e mundial e demonstrando grande preocupação com a formação de jovens que possam contribuir de forma efetiva para o agronegócio cada vez mais competitivo.

“Temos o compromisso de zelar pelos valores estabelecidos desde a nossa fundação e fazer deles uma prática real em nossas atividades. Contribuir para o desenvolvimento e desempenho da agricultura é uma tarefa muito séria e que exige um trabalho focado e atento às demandas do produtor, do mercado ao meio ambiente”, ressalta Jorge Nishimura, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Jacto.

Para Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto, o estande temático vai possibilitar a demonstração da importância da inovação no setor e a necessidade do desenvolvimento contínuo na área para o aprimoramento dos produtos e serviços. “Um dos propósitos da Jacto é estar sempre ao lado do produtor. E isso se traduz de muitas formas em nossa filosofia empresarial, de fazer do atendimento das demandas do nosso público uma prioridade. Estamos atentos, portanto, no desenvolvimento de tecnologias que possam otimizar e reduzir custos de produção, proporcionando uma rentabilidade maior ao produtor. Isso inclui também sistemas de gestão de agricultura de precisão para monitoramento do trabalho no campo”, avalia Gonçalves.

O Estande Temático preenche o seu principal objetivo que é o de demonstrar ao público geral que estará visitando a EXPOMAFE a importância das máquinas-ferramenta na produção de todo e qualquer tipo de bens manufaturados e poder trocar ideias com os especialistas da área da usinagem e do controle da produção presentes no evento.

A EXPOMAFE, que ocorrerá no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center de 9 a 13 de maio de 2017, irá apresentar, além do Estande Temático, diversos outros eventos paralelos de grande interesse para os seus visitantes, contribuindo assim com o desenvolvimento das indústrias de manufatura.

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Manufatura Avançada exige profissionais com formação complementar

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A indústria metalmecânica vem evoluindo a passos largos no decorrer dos últimos anos. Várias tecnologias inovadoras têm sido desenvolvidas e implementadas nos chãos de fábrica para substituir as antigas linhas de produção complexas, aumentar a produtividade, melhorar a qualidade dos produtos oferecidos e reduzir os custos de fabricação.

“As organizações sabem que os clientes não apenas exigem produtos com qualidade impecável, mas também querem que eles não sejam caros”, afirma Sonia Jordão, palestrante, consultora e escritora especialista em liderança. E é exatamente por isso que o conceito de manufatura avançada está sendo adotada por muitas indústrias e países em todo o mundo.

E na era da manufatura avançada não são apenas os ambientes dos chãos de fábrica que mudam, mas, também, o perfil da mão de obra. Quem quiser trabalhar nas linhas de produção do futuro, terá que fortalecer as qualidades, reverter os pontos fracos e, principalmente, entender tudo o que acontece ao seu redor. E para ser esse profissional multidisciplinar, procurado pela indústria metalmecânica, fazer cursos complementares aos oferecidos pelas instituições de ensino superior é uma ótima estratégia.

O profissional que a manufatura avançada busca

Nos próximos anos, a indústria metalmecânica continuará buscando profissionais com formação específica, porém vai dar ainda mais valor aos que possuem habilidades e conhecimentos adicionais, que geralmente não são ensinadas ou não são tão aprofundadas nas faculdades, como a capacidade de inovar e gerenciar projetos. Isso porque esse profissional do futuro vai precisar conhecer todos os processos da indústria, e não apenas os da sua função.

Na manufatura avançada, um colaborador, que antes só cuidava das plantas de produção no chão de fábrica, por exemplo, precisa avaliar possíveis adaptações no design dos produtos para reduzir o tempo de fabricação, os custos dos processos e o preço repassado aos compradores. E para fazer isto, ele vai ter que ser um profissional multidisciplinar e ter conhecimentos e habilidades complementares. Somente assim conseguirá trabalhar na indústria metalmecânica e gerar valor.  O profissional que entende e conhece tudo o que acontece ao seu redor, será capaz de se adaptar perfeitamente às constantes mudanças, afirma Sonia Jordão.

A real importância dos cursos complementares

Com os cursos complementares, os profissionais conseguem aumentar o campo de visão de sua área de atuação. Ou seja, eles ultrapassam as barreiras de sua função e começam a enxergar, também, as áreas dos outros profissionais. Isso é muito importante, pois hoje os departamentos de muitas fábricas não trabalham mais isoladamente, e sim em conjunto, para minimizar os erros e retrabalhos e aumentar a colaboração.

E um dos pilares da indústria metalmecânica na fase da manufatura avançada é justamente a colaboração e integração entre departamentos, que, inclusive, são feitas por meio das tecnologias. Ao observar as várias partes que compõem o todo, graças aos cursos complementares, o profissional multidisciplinar passa a compreender mais profundamente as necessidades da fábrica e da indústria em que trabalha, o que pode ajudá-lo a gerar melhores resultados para ambas as partes.

Para fazer um curso complementar da sua área de atuação e se tornar o tipo de profissional que a indústria metalmecânica busca, é preciso procurar a faculdade em que se formou ou outra instituição de ensino pública ou privada que ofereça opções. Algumas companhias de certas indústrias, como a metalmecânica, oferecem esses cursos em seus programas de treinamento, ou estimulam a realização deles em uma instituição de ensino.

“A cada dia, os profissionais precisam conhecer a si mesmos para saber quais características possuem, visando fortalecer suas qualidades e trabalhar os seus defeitos na área profissional”, acrescenta Sonia. Ao fazer isso, e também buscar ter habilidades e conhecimentos complementares, os profissionais vão conseguir acompanhar as mudanças na indústria metalmecânica, se adaptar ao conceito da manufatura avançada e ganhar o título de 'profissional do futuro'.

E você, como vê a questão do novo perfil de colaborador nesse cenário da indústria metalmecânica? Aproveite e baixe gratuitamente nosso infográfico e saiba como se tornar um profissional mais competitivo na era da Manufatura Avançada.

Conhecer as diferenças entre as gerações dos funcionários aumenta a produtividade e os resultados

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A formação de um bom ambiente de trabalho é uma excelente maneira de potencializar os resultados de uma indústria. E, para atingir esse objetivo, é importante entender não só a geração dos gestores, como ter uma ideia do que esperar das gerações que compõem o time da empresa, estimulando as potencialidades de cada indivíduo.

Para facilitar esse trabalho, confira, a seguir, um resumo das características das gerações X, Y e Z, feito a partir de uma entrevista com Elisabete Adami Pereira dos Santos, professora doutora de Gestão de Pessoas da PUC-SP.

Geração X (nascidos entre 1965 e 1978)

Caracteriza-se pelo individualismo e pela competitividade, segundo a professora, e possui 6 traços principais de comportamento:

1- Busca equilíbrio real entre trabalho e vida pessoal, apesar de gostar mais de dinheiro do que os membros da Y;

2- Profundamente independente, mais que a geração anterior, os boomers;

3- É a primeira geração que começou a dominar os computadores, apesar de ainda serem usuários, diferentemente da Y, que produz conteúdo;

4- Sonha com locais de trabalho que lembrem comunidades, desconfia da hierarquia e prefere arranjos mais informais;

5- Quer julgar mais pelo mérito do que pelo status;

6- Aprecia o trabalho em equipe.

Saiba como se tornar um profissional mais competitivo na era da Manufatura Avançada  - Baixe nosso infográfico gratuitamente agora mesmo!

Geração Y (nascidos a partir de 1979/1980)

Para definir esse grupo, por sua vez, Adami elenca 8 características. “Essas, somadas a outras de menor importância, marcam a existência da Geração Y, de qualquer camada social, em qualquer país do mundo”, explica a professora.

1- É naturalmente digital;

2- Prefere trabalhos colaborativos e não competitivos;

3- É movida mais pelas expectativas de crescimento do que pelo dinheiro;

4- A remuneração adequada não é um direito, e sim resultado de práticas meritocráticas;

5- Prefere flexibilidade para trabalhar e, assim, gosta de regras claras sobre resultados. Por isso fala tanto de “entrega” (de um produto, serviço, etc.);

6- É a mais tolerante quanto à raça, religião, orientação sexual, etc.;

7- Sente muita necessidade de orientação;

8- Uma das atrações para a geração Y é a marca da organização e suas contribuições para a sociedade.

Geração Z

A professora traz uma observação importante: ainda não há elementos científicos suficientes sobre a existência de uma geração chamada Z. “O que os pesquisadores mais sérios têm demonstrado é que a Y não encerrou seu ciclo de nascimento, e seus novos membros têm os mesmos comportamentos, só que um pouco mais acirrados, como, por exemplo, na sua naturalidade digital”, comenta Adami.

Soluções envolvendo pintura automatizada no mercado nacional; leia um case

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Um dos cenários mais carentes em automação industrial dentro da realidade nacional é o processo de pintura. A automação vem ganhando espaço no Brasil, o dinamismo e a interconectividade do nosso cotidiano, somados com a não tão recente, mas fundamental globalização, elevou as expectativas do consumidor, gerando uma demanda de produtos cada vez mais customizados com reduzido ciclo de vida. Essa nova demanda exige que o setor industrial tenha processos produtivos flexíveis, reprogramáveis e ágeis o suficiente para atendê-la.

Os processos de pintura atualmente no cenário industrial nacional são em sua grande maioria manuais. Enquanto isso, a automação nesse mercado vislumbra uma série de benefícios como:

  • Aumento da Produtividade;
  • Diminuição de retrabalho;
  • Ganho de uniformidade na aplicação de tinta;
  • Ergonomia;
  • Retirar o operador de um ambiente nocivo ao ser humano;
  • Flexibilidade, pois o robô pode-se adaptar com rapidez ao um processo um dos pré-requisitos da nova realidade da manufatura.

A automação em processos de pintura permite um controle robusto de diversas variáveis como leque do aplicador, atomização e vazão de tinta, controle de variáveis do ambiente como temperatura e umidade entre outras onde o produto final terá um valor agregado elevado, consumindo uma menor quantidade de recursos.

Outra medida importante para automação de um processo é a virtualização do sistema, por meio de um Sistema de Supervisão e Aquisição de Dados (SCADA – Supervisory Control and Data Acquisition). Com tal medida obtêm-se um controle produtivo com a máxima quantidade de informações e flexível devido a sua virtualização, programação de tempos de setup, produzindo de acordo com a necessidade uma das premissas na quarta revolução industrial, indústria 4.0.

Case nacional

Parceira da Staubli, a Nova Tecnologia, empresa no segmento de integração de células de pintura automatizadas, desenvolveu em 2016 um projeto para uma empresa do segmento metalúrgico com o objetivo de melhoria em uma das linhas de pintura manual de recipientes metálicos. Devido a constante necessidade de inovação e melhoria continua estabeleceu-se como meta a automatização da linha de pintura, com o objetivo de sanar problemas relacionados aos processos de pintura manual (retrabalho, desuniformidade, desperdício, risco à saúde do operador, etc.).

Na fase de implementação, o sistema de pintura foi desenvolvido de acordo com as necessidades do processo em questão e, além da tecnologia de manipulação robotizada engloba todos os dispositivos de automação envolvidos no processo, atendendo suas peculiaridades de sistema de pintura, robô de pintura e painel de automação.

A célula de pintura robotizada é um dos equipamentos supervisionados. Quem manipula o sistema de supervisão consegue ter dados como acionamentos que estão sendo utilizados, qual modelo de recipiente que está sendo pintado, nome do operador que opera a célula. Além dessas informações, o software armazena em um banco de dados diversas informações sobre o processo produtivo como quantas peças foram pintadas de acordo com a linha de tempo pesquisada, trajetórias utilizadas e histórico de paradas de emergência, gerando dados confiáveis para a gestão do processo e do equipamento.

Como resultado, a nova linha de pintura robotizada permite eliminar uma camada de tinta do processo (primer) e ainda gerar ganho de qualidade no produto final, além de aumentar a capacidade produtiva no processo.

 

Este artigo teve a contribuição da empresa Nova Tecnologia, parceira da Stäubli no segmento de células de pintura automatizadas.

Indústria automotiva tem de investir em diversificação produtiva para criar equilíbrio entre mercados, avalia especialista

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A oscilação da economia nos últimos anos afetou diretamente a indústria automotiva e exigiu uma nova dinâmica aos fornecedores desse setor. Porém, como aponta o professor Augusto Seabra, coordenador da área de Administração da Etep Faculdades, que conta com um curso de Engenharia Automotiva, é possível encontrar interessantes soluções nesse segmento.

Um dos principais desafios para ajustar a produção a essa inconstância do mercado, segundo ele, é identificar de forma clara as competências da empresa e criar alternativas que não sejam concorrentes, a fim de não contaminar ou criar estrangulamentos no processo produtivo.

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Nesse sentido, uma boa alternativa é apostar na diversificação de mercado. “A diversificação pode ser um dos caminhos, desde que as empresas aproveitem sua competência no atendimento de outros setores”, aponta o professor, especialista das áreas Financeira, Logística, Gestão de Projetos e Planejamento Estratégico. “A entrada em novos segmentos vai exigir uma atuação em marketing e em projetos que provavelmente a empresa não está acostumada (uma mudança de cultura).”

Aproveitando-se as competências e a capacidade instalada, Seabra aponta ainda outro importante caminho: a criação de produtos que atinjam distribuidores e varejistas, a fim de buscar um equilíbrio entre mercados. “Temos também a possibilidade de busca de outros mercados (exportação), o que exige a existência de um produto, já que a prestação de serviços para essa área não tem sido trabalhada de forma a permitir a competitividade de empresas brasileiras”, pondera.

Assim, ao analisar a amplitude dessas oportunidades, o especialista conclui que é preciso atuar focado na diversidade. E, depois, não perder essa dinâmica quando o mercado se tornar novamente mais constante.

“É sempre importante salientar que as empresas não devem concentrar seu faturamento para um único segmento ou cliente, de forma a poder manter uma produção mínima que possa possibilitar a continuidade da empresa”, garante Seabra. “O próximo desafio é em não abandonar as novas práticas em um eventual aquecimento da indústria automotiva, queimando todo o trabalho de diversificação da carteira de clientes.”

Acelerando a indústria de bens de capital

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Muito se tem lido sobre a informatização da produção, a manufatura avançada, a Indústria 4.0 e a Internet das Coisas, que sem dúvida alguma é o caminho irreversível para que a maioria das indústrias de manufatura no país aumente a sua produtividade e a sua rentabilidade, tornando-se cada vez mais competitiva, tanto no mercado doméstico, como na exportação.

Todavia, mirando as indústrias brasileiras como um todo, observa-se que hoje são poucas as empresas preparadas para se desenvolverem num ambiente de manufatura de alto nível, quer seja por competência técnica ou por capacidade financeira.

A forte queda nos investimentos industriais, que vem ocorrendo há quase duas décadas em face da crise política e econômica, provocou uma situação complicadíssima na indústria de bens de capital, em particular, na de máquinas-ferramenta e sistemas integrados de manufatura. Historicamente, este segmento da economia é aquele que é o primeiro a entrar na crise e o último a sair dela. Como há um elevado índice de capacidade ociosa, os investimentos em novos equipamentos ficam seriamente prejudicados.

A indústria brasileira de bens de capital possui uma base muito sólida, fruto de tradição e experiência construída há mais de um século. Parece ter chegado ao fim o ciclo de águas turbulentas e iniciado um novo período de bonança. Chegou a hora de virar a mesa e iniciar a reconstrução e fortalecimento das empresas de bens manufaturados e de bens de capital.

Tudo começa com o retorno da confiança no país para que haja a retomada da economia. Mas, quais seriam aos ingredientes para retomar o crescimento dos investimentos?

• No campo político, deve ocorrer a aprovação dos planos dos gastos públicos e da previdência social.

• No âmbito econômico, ter um câmbio industrializante, orbitando de imediato num patamar de R$3,60 a R$3,80 em relação ao Dólar norte-americano.

• Na área comercial, desenvolver produtos e soluções inovadoras e promover exportações, aumentando as receitas das empresas.

• Nas finanças, lançar linhas de crédito bancário com taxas de juros em condições isonômicas àquelas oferecidas nos países altamente industrializados.

• Por parte do Governo Federal, implantar, o mais rápido possível, um projeto para modernizar o parque de máquinas do país, que está próximo da idade média de 20 anos, nos moldes do Plano Modermaq, idealizado pela ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Este plano, que está na mira do governo, prevê a substituição de máquinas usadas, muitas delas já sucateadas, por equipamentos novos de moderna tecnologia.

• Preparar uma nova geração de mão de obra técnica voltada para a aplicação de máquinas e equipamentos de última geração no conceito da manufatura avançada.

Será de fundamental importância aos empresários participar da EXPOMAFE, que ocorrerá de 9 a 13 de maio de 2017, no SÃO PAULO EXPO Exhibition & Convention Center, onde estarão sendo apresentadas as mais modernas tecnologias voltadas para a indústria de manufatura e numa hora propícia em que os vetores econômicos estarão apontando o caminho do crescimento do consumo e da indústria.

O país vivencia um momento decisivo, com a possibilidade de materializar um novo quadro, visando crescer a economia, incrementar o consumo doméstico e estimular os investimentos na produção e a criação de novos empregos. Os recentes acontecimentos demonstram que aceleração será lenta inicialmente, devendo aumentar a partir de meados deste ano, preparando o país para um crescimento robusto em 2018. Baseando-se nessas premissas, a indústria brasileira aponta voltar a tornar-se eficiente, produtiva e competitiva com os mais avançados países industrializados.

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Técnicas ajudam a promover produtividade e melhoria contínua da indústria

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Em um mundo cada vez mais globalizado, onde a competitividade avança sobre fronteiras regionais e cria um grande mercado interligado, aumentar a eficiência dos processos tornou-se imprescindível para a sobrevivência de uma indústria, por expandir a produção e aumentar a qualidade e maximizar os lucros, sem um aporte maciço. Algo que exige que exige mais organização do que necessariamente gastos, além de certos sistemas e aperfeiçoamento metodológico que valem a pena.

Isso porque, ao adotá-los, a produção passa a ser determinada pelas vendas e a fabricação criará apenas produtos que forem efetivamente vendidos. “Por se tratar de uma filosofia de trabalho, fala-se mais em conscientização do que em custos para sua implantação, pois uma vez que todas as pessoas, principalmente os líderes, conheçam, entendam e adotem essa filosofia de trabalho, o custo-benefício é total, já que será possível produzir mais produtos com menos recursos - pessoas, material, espaço, energia, etc.”, explica Ronaldo Alves, consultor do Sebrae-SP.

Kaizen: aprender na prática

De origem japonesa, o conceito é aplicável de maneira rápida e objetiva, busca a melhoria contínua, sobretudo, por meio de equipes. Uma das características da metodologia é que os resultados vêm de pequenas mudanças acumuladas ao longo do tempo.

Lean: mais com menos

Um dos mais importantes sistemas da indústria moderna, baseado numa filosofia operacional, o o Lean manufacturing torna o trabalho mais satisfatório e elimina desperdícios, sendo baseado em pilares que abordam planejamento e controle de produção, além de oferecer aos processos a capacidade de detectar ocorrência de anormalidades.

Entre os principais métodos, sistemas e ferramentas da qualidade que podem ser aplicados no dia a dia fabril estão, ainda,  5S, Diagrama Ishikawa, RCM (Reliability Centered Maintenance) e MPT (Manutenção Produtiva Total).

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Mercado de energia eólica deve demandar produção contínua à indústria até 2022

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O potencial de expansão da energia eólica transformou este num dos mais promissores mercados do Brasil. Apenas para se ter uma ideia, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a geração eólica no País teve impressionante crescimento de 53% entre janeiro e agosto de 2016, fechando os oito meses com volume de 3.258 MW médios (MWm).

Esse dado aponta para uma conclusão irrefutável: investir nesse segmento é uma aposta que pode trazer resultados tanto no curto quanto no médio prazo. “O segmento eólico no Brasil ainda está em ritmo de claro crescimento. O modelo de matriz energética eólica é um dos mais privilegiados e competitivos em termos de prazo de instalação e entrada em operação”, avalia Luis Sigot, gerente comercial da Mausa, empresa que atua no desenvolvimento do setor eólico nacional.

Na avaliação do especialista, o mercado eólico deverá estar em ritmo de crescimento até 2022, quando a tendência de estabilidade deve começar a ser notada. Uma oportunidade, assim, para que as indústrias se estabeleçam e ofereçam as soluções necessitadas pelo setor.

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“Se formos considerar as oportunidades que se apresentam atualmente neste segmento, especialmente para a área de usinagem, existem oportunidades de investimento em equipamentos de alta tecnologia e produtividade, que viabilizam o seu payback em menos de 30 meses, além de oferecer ao investidor linhas de crédito FINAME, com carência de 12 meses e seis anos para amortização, com juros bastante competitivos em relação à média de mercado”, detalha o especialista.

Mais do que uma oportunidade, conforme aponta Sigot, o mercado está diante de uma necessidade. O segmento eólico sofreu minimamente o impacto da atual crise econômico-financeira e já registra firme sinalização de um novo ciclo de crescimento. Ainda assim, segundo ele, continuamos sem a capacidade adequada, com a usinagem dos componentes estruturais dos geradores eólicos (cubos, bastidores, rotores e estatores) feita, na sua maioria, em equipamentos de baixa produtividade, com mandrilhadoras e tornos verticais antigos, entre outros problemas.

“Cabe às indústrias se modernizarem, tornando-se mais produtivas e competitivas, utilizando-se de novos e melhores meios de produção, a fim de atender às demandas do segmento eólico e tomando as oportunidades de crescimento que este mercado oferece às empresas brasileiras”, completa o executivo da Mausa.