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Como serão os investimentos em tecnologias da Indústria 4.0 em 2019?

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A Indústria 4.0 é a quarta grande revolução industrial. Agora, o seu impacto será mais profundo, uma vez que as novas tecnologias permitirão a fusão do mundo virtual e físico, tornando, assim, os negócios mais autônomos, produtivos e menos custosos.

Nesse cenário, entender quais serão os investimentos globais e no Brasil no próximo ano faz toda a diferença. Afinal, esse é um reflexo do que está acontecendo no mercado e para onde a Indústria 4.0 está caminhando. Acompanhe.

Tecnologias essenciais da Indústria 4.0

Antes de qualquer coisa, é importante entender quais são as principais tecnologias da Indústria 4.0. Afinal, serão elas que guiarão e tornarão possível a transformação. Aqui, enquadram-se a Manufatura Aditiva, a Inteligência Artificial (IA), a Internet das Coisas (IoT), a Biologia Sintética e os Sistemas Cyber Físicos (CPS).

Manufatura Aditiva, também conhecida como Impressão 3D, permite fabricar objetivos variados a partir de pequenas peças. Já a IA é uma tecnologia que busca simular a capacidade intelectual humana. Assim, softwares e robôs conseguem tomar decisões com base em informações captadas.

A Internet das Coisas, por sua vez, permite que objetos físicos estejam conectados à internet - dessa forma, podem executar ações, como os carros autônomos. A Biologia Sintética nada mais é do que a convergência de tecnologia nas áreas como química, biologia, ciência da computação e engenharia, sendo assim, permite construir novas partes biológicas, como enzimas e circuitos genéticos.

Por fim, os Sistemas Cyber Físicos sintetizam a fusão entre o físico e digital. Assim, todo objeto físico e os processos que ocorrem em função desse objeto são digitalizados. Além disso, os processos e objetos da fábrica contam com um "irmão gêmeo" digital.

Para onde caminha a Indústria 4.0 no cenário global

Estudo da Salesforce estima que, em 2019, as tecnologias na Manufatura 4.0 deverão duplicar, para $85 bilhões ou mais. Entre as principais frentes de investimento estão:

  • Sensores inteligentes: previsão de 12,2% de crescimento;
  • Nanomateriais: previsão de 15,5% de alta;
  • Uso de robôs: previsão de 5,5% de crescimento;
  • Manufatura aditiva ou Impressão 3D: 45,7% de alta.

É importante dizer, no entanto, que esses investimentos não acontecerão de forma independente, e será cada vez mais comum o desenvolvimento de projetos de sistemas.

Dessa forma, se torna possível extrair novas propriedades de materiais já existentes, buscar alternativas sustentáveis para a produção e personalizar a fabricação ao mesmo tempo em que ela se torna mais barata.

Concluímos, então, que a Indústria 4.0 vai mudar a forma como os produtos são criados e distribuídos.

Onde o Brasil se encontra na Indústria 4.0

Agora que você já conhece o cenário para 2019, é importante saber onde o Brasil se encontra na Indústria 4.0.

De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), nos últimos 2 anos o número de grandes indústrias brasileiras que utilizam tecnologias digitais cresceu 10%. Entre 2016 e 2018, o percentual das que utilizam alguma das tecnologias da Indústria 4.0 passou de 63% para 73%.

Para 2019, a previsão é de que 48% das empresas invistam nessas tecnologias. O principal motivo para essa modernização é ganhar eficiência e melhorar a gestão do negócio.

Em outras palavras, o Brasil já está participando do processo de transformação da Indústria 4.0. Agora, o grande desafio está em planejar a adoção dessas tecnologias e implementar projetos que tragam resultados e resolvam os atuais gargalos do negócio.

E a sua indústria, está pronta para esse novo cenário e os investimentos que ele exige? Conte nos comentários e até a próxima!

*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Tecnologias da Manufatura Avançada que podem melhorar os processos logísticos; confira

Tecnologias da Manufatura Avançada para melhorar processos logísticos

Já dissemos em outras oportunidades por aqui que a Manufatura Avançada (também chamada de Indústria 4.0) agrega aos processos produtivos industriais um conjunto de tecnologias que devem tornar os parques fabris mais inteligentes, eficientes e personalizados, além de beneficiar diretamente os processos logísticos das empresas.

Manufatura Avançada para logística

Em um modelo tradicional de indústria, a produção, muitas vezes, é feita em grande escala, de forma mais padronizada e massificada, demandando grandes estoques e volumes de peças fabricadas.

No entanto, à medida que a tecnologia e os sistemas de produção avançam, pode-se começar a focar em sofisticação, no que tange à personalização de produtos, à otimização do espaço e dos processos e à produção de lotes menores de peças.

Para que isso seja possível, é preciso que toda a cadeia de suprimentos esteja alinhada a essa realidade. É nesse ponto que a Manufatura Avançada (Indústria 4.0) para logística mostra sua relevância. Com ela, a tendência é de que se precise menos de grandes centros de distribuição e que toda a supply chain ganhe em eficiência, qualidade e diminuição de prazos. Além disso, há chances de que o lead time seja reduzido, que se tenha estoques mais enxutos e que se utilize sistemas capazes de permitir o completo rastreamento e monitoramento da frota e dos processos logísticos em tempo real.

Nesse contexto, conforme ressalta Graziela Coelli, técnica em produção industrial, “as soluções e tecnologias utilizadas na Indústria 4.0 já melhoraram muito o processo logístico das empresas, como, por exemplo, com a utilização de plataformas digitais e de automação de processos. Além disso, o uso de softwares, capazes de fazer o controle de produção e o acompanhamento de processos, faz com que os recursos sejam utilizados com maior eficiência. É possível investir em aluguel de robôs, de serviços em nuvem, de plataformas digitais que integrem a linha de produção com os fornecedores de matéria-prima, na utilização de veículos autônomos para gerar a melhor rota para a entrega dos produtos, entre outros serviços que impactam diretamente nos processos e na eficiência logística.”

A profissional explica, ainda, que “um dos principais benefícios da Indústria 4.0 para logística é a otimização dos processos, tornando-os mais assertivos e ágeis. Ainda, a operação logística passa a ser mais fácil e precisamente monitorada, coordenada, controlada e integrada.”

Tecnologias da Manufatura Avançada para melhorar processos logísticos

Entre as novidades trazidas pela Manufatura Avançada (Indústria 4.0) para logística, podem-se destacar:

  • Realidade aumentada: dispositivos como simuladores para condutores de empilhadeiras ou óculos inteligentes para vision picking são capazes de otimizar os processos logísticos;
  • IGVs: os Intelligente Guided Vehicles seguem, de modo automático, as melhores rotas de entrega de produtos nos locais e horários indicados;
  • Internet das Coisas: estará presente de diversas formas no segmento logístico, tanto que já existem, por exemplo, empilhadeiras capazes de trabalhar de modo totalmente autônomo, com base em orientações registradas no sistema via IoT;
  • Big Data: a coleta e análise de grandes volumes de dados se torna facilitada e ajuda os gestores a adotarem um supply chain management mais eficiente, favorecendo uma previsibilidade de demanda mais assertiva, alta produtividade, estruturas enxutas e o acompanhamento, em tempo real, de todo o ciclo do produto – desde a sua saída do fornecedor até a entrega no cliente;
  • Drones: grandes empresas já estão testando o uso de drones para garantir entregas mais rápidas.
  • Robôs: podem ser utilizados para a execução de tarefas como o picking e o embalamento de mercadorias.

O que você achou das tecnologias da Manufatura Avançada (Indústria 4.0) para a área de logística? Pensa em aplicar alguma delas em sua empresa? Deixe sua mensagem nos comentários.

12 principais respostas sobre a transição para a Indústria 4.0

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A Indústria 4.0 traz consigo uma série de dúvidas. Afinal, essa é uma transformação significativa na maneira como produzimos e consumimos.

Veja, a seguir, 12 dúvidas comuns sobre esse novo momento e suas respectivas respostas.

1 - Como a Indústria 4.0 funciona?

A Indústria 4.0 reúne uma série de tecnologias avançadas para tornar a produção mais flexível, inteligente e autônoma. Apesar de a automação não ser tão nova para a manufatura, a Indústria 4.0 agrega novos sistemas que levarão essa atividade a outro nível. Com isso, será possível produzir de forma muito mais rápida e barata, além de personalizar e variar a produção.

A automação nesta próxima etapa pode aparecer em diferentes partes do processo, como segurança, logística e inspeções. Assim, as próprias máquinas poderão detectar falhas no processo e tomar medidas preventivas para evitar perdas e paradas repentinas.

2 - Como superar barreiras para a implementação?

Em qualquer mudança, especialmente as tecnológicas, a implementação apresenta algumas barreiras para a implementação. No caso da Indústria 4.0, podemos citar a mudança de cultura organizacional, processos e, inclusive, investimentos.

Um dos grandes segredos para superar essas barreiras é contar com as pessoas certas - e quando falamos de tecnologias novas, isso pode ser altamente desafiador.

A mudança, portanto, deve começar de dentro da empresa. Investir em qualificação e, principalmente, construir um projeto sólido de adoção desse novo modelo faz toda a diferença. Assim, é possível abraçar a mudança realizando os investimentos certos.

3 - Como a Inteligência Artificial melhora resultados em processos produtivos e de vendas?

A Inteligência Artificial dá condições para uma máquina tomar decisões autônomas durante o processo produtivo, diferentemente de um robô que trabalha a partir de parâmetros estabelecidos. Isso só acontece porque é ampliada a capacidade de análise e a velocidade de tomada de decisões diante de um volume crescente de informações geradas por indústrias de diversos segmentos.

As indústrias também têm que se preocupar em cuidar de cada cliente, para garantir a sua fidelidade, e identificar os que estão em risco de evasão são grandes desafios encontrados no dia a dia. O diferencial da IA está em conseguir prever comportamentos, para tomar ações estratégicas antes que eles deixem de comprar com a sua indústria, evitando o temido churn rate.

Conheça o Diagnóstico de Vendas, uma aplicação da Carol, solução própria de Inteligência Artificial da TOTVS.

4 - Quanto custa adotar a Indústria 4.0?

O custo de um projeto do tipo depende de vários fatores, como a quantidade de máquinas a serem conectadas e os softwares necessários para o funcionamento do processo.

Vale dizer, no entanto, que a difusão dessas tecnologias tem feito com que o custo venha caindo nos últimos anos. Portanto, adotar esse novo cenário não é algo restrito apenas à grandes empresas.

5 - Quais os maiores riscos da Indústria 4.0?

A Indústria 4.0 trata de conectividade e digitalização. Por isso, é preciso tomar muito cuidado com a coleta, organização e, principalmente, com a segurança de dados.

Antes de colocar o projeto em prática, tenha em mente fatores como a gestão dos dados, e o que poderia acontecer se o seu volume dobrasse ou triplicasse.

Ainda assim, como esta é uma transformação que não vai deixar de acontecer, o grande risco, mesmo, está em ficar de fora da Indústria 4.0.

6 - Como a Indústria 4.0 ajuda um negócio a crescer?

As soluções da Indústria 4.0 visam melhorar a eficiência, qualidade e os processos operacionais.

De acordo com um relatório do Banco de Desenvolvimento do Canadá, lançado em 2017, 60% das empresas que adotaram as tecnologias aumentaram sua produtividade. Além disso, 50% delas reduziram custos e 42% aumentaram a qualidade dos produtos.

Assim, a Indústria 4.0 é uma maneira para fazer mais, em menos tempo, e com poucos recursos.

7 - O que são Cyber-Physical Systems (CPS)?

Esse é um termo bastante recorrente quando o assunto é Indústria 4.0. Cyber-Physical Systems são os sistemas que permitem integrar as tecnologias, computadores e redes com os processos físicos. Dessa forma, é possível criar um ambiente inteligente, em que objetos conversam entre si e tomam ações.

8 - O que muda com a Indústria 4.0?

Apesar de muitas fábricas já serem automatizadas, a Indústria 4.0 traz o conceito de conectividade. Tenha em mente que, com a transformação, todos os equipamentos e máquinas são convertidos em uma rede.

Com isso, a Indústria 4.0 trabalha de forma autônoma e baseada em dados. A manutenção preditiva, por exemplo, se torna possível, e ajuda a diminuir os custos e os riscos de produção.

9 - Como uma empresa pode obter sucesso com a Indústria 4.0?

Independentemente das tecnologias que serão adotadas ou da prioridade, a mudança deve seguir alguns princípios importantes.

O primeiro deles é manter o foco no consumidor e no que ele enxerga como valor. Depois, é fundamental estabelecer um cronograma, um plano de ações e o investimento disponível.

Então, os colaboradores devem entender a importância da mudança e adotá-la, tendo participação ativa no processo. Por fim, é vital oferecer treinamentos à equipe e acompanhar os resultados para realizar melhorias.

10 - A Indústria 4.0 vai causar demissões em massa?

Ao longo das décadas, já passamos por diversas transformações tão ou mais impactantes do que a Indústria 4.0 - por isso, essa é uma questão de adaptação.

É importante dizer que o que vai acontecer será uma alocação de talentos, e é por essa razão que o engajamento e o treinamento dos colaboradores são essenciais.

Além disso, a Indústria 4.0 não é algo que vai acontecer da noite para o dia. Dessa forma, há uma curva de mudanças e de aprendizados que ainda vivenciaremos.

11 - Como os dados vão gerar tanto valor?

Lembre-se de que uma das bases da Indústria 4.0 são os dados. Ainda assim, coletar dados só por coletar não gera nenhum tipo de valor para o negócio. Por isso, é preciso desenvolver a habilidade de olhar para as informações certas e transformá-las em inteligência, para que a tomada de decisões se torne mais ágil e eficaz.

12 - Qual a diferença entre Indústria 4.0 e IoT?

A Internet das Coisas, ou IoT, visa conectar "coisas" por meio de redes que conversem entre si. Assim, todas essas "coisas" podem atuar de forma independente e sem a necessidade da interação humana.

A Indústria 4.0, por outro lado, está mais focada na manufatura. Com isso, a IoT é uma das tecnologias que podem ser adotadas para atingir um patamar de alta produtividade.

E a sua indústria, está preparada para esse novo momento? Ficou com alguma dúvida que não foi respondida? Escreva pra gente pelos comentários e até a próxima.

*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Startups de Brasil e Portugal vão receber incentivo para criação de soluções 4.0

Startups de Brasil e Portugal vão receber incentivo para criação de soluções 4.0

No início deste mês, a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) lançou  o edital de um programa binacional que visa destinar até R$ 4,8 milhões em investimentos para startups do Brasil e de Portugal que desenvolverem soluções com foco em tecnologias da Manufatura Avançada (ou Indústria 4.0).

O Programa Startup Indústria vai selecionar 30 indústrias de grande porte, sendo três delas portuguesas, e 150 startups (10% de Portugal). Ao final, a expectativa é ter 60 startups (seis portuguesas) conectadas às indústrias participantes. Dessa forma, cada startup conectada receberá R$ 80 mil em incentivos, totalizando R$ 4,8 milhões.

Em 2017, a ABDI já realizou uma primeira edição do Startup Indústria, com dez pilotos entre startups e indústrias sediadas no Brasil: 3M / Trackage; BRF / Birmind; Caterpillar / MZTEC; Dow Brasil / Sunew; Embraco / Virturian; Embraer / Victor Alfa; Ericsson / Nearbee; Libbs / MSc Med; Natura / Regenera; Votorantim Cimentos / Geoinova. A aproximação com o ecossistema de Portugal busca aproximar empreendimentos nacional do mercado europeu.

Quer saber mais sobre a parceria entre indústrias e startups rumo à Manufatura Avançada? Acesse o nosso material exclusivo e confira!  

 

*Com informações da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) 

Comunicação M2M na Indústria 4.0 - por uma produção mais autônoma

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A comunicação M2M, ou Machine to Machine, está ganhando cada vez mais força com a Indústria 4.0. Afinal, esta é mais uma daquelas tecnologias que permitem automatizar processos e tirar as tarefas repetitivas da responsabilidade de pessoas.

Continue com a leitura deste artigo e entenda melhor o que é a Comunicação M2M e como ela colabora para a Indústria 4.0.

O que é Comunicação M2M?

"Machine to machine (M2M) é um conceito que descreve qualquer tecnologia que permite que dispositivos em rede troquem informações e executem ações sem qualquer intervenção manual de humanos", explica Alessandro Nunes, diretor de serviços da Teclógica.

O especialista explica que o principal objetivo da tecnologia é acessar dados de sensores e transmiti-los a uma rede. Dessa forma, é possível conectar virtualmente tudo à internet, tornando a indústria totalmente digitalizada.

Em resumo, a Comunicação M2M utiliza um sensor remoto para coletar dados do fenômeno desejado. Os dados, então, são enviados para uma rede, sem a necessidade de fios, onde são roteados para um servidor conectado na internet.

Ao chegar nessa estação, os dados são processados e analisados e, então, podem ser usados para a finalidade a qual se destinam.

Como adotar a tecnologia

Uma Comunicação M2M é basicamente composta por sensores, RFID, um link de comunicação celular ou Wi-Fi e software de computação autônomo programado para interpretar dados e tomar decisões.

Nunes ressalta a importância de investir em capacitação das equipes e em um maquinário atualizado para implementar esta tecnologia da Indústria 4.0. Afinal, esta deverá ser uma mudança gradativa na indústria, e é necessário difundir uma cultura de inovação interna.

"Passada essa fase, segue-se para os requisitos técnicos, como adoção de sensores. Esses aplicativos M2M traduzem os dados, que podem acionar ações automatizadas pré-programadas".

As vantagens da Comunicação M2M

"Além de poder monitorar remotamente equipamentos e sistemas, os principais benefícios incluem a redução de custos, minimizando a manutenção de equipamentos e o tempo de inatividade".

Ele complementa com o fato de a Comunicação M2M também ajudar a impulsionar a receita, uma vez que revela novas oportunidades de negócios, desde o desenvolvimento de novos produtos até a manutenção do relacionamento com o cliente. "A tecnologia ainda atua para monitorar e consertar proativamente o equipamento antes que ele apresente alguma falha".

Quando falamos de reabastecimento de produtos, a Comunicação M2M pode, por exemplo, enviar uma mensagem ao distribuidor avisando que o item está com estoque baixo.

Ela ainda pode se tornar fundamental para a logística, controlando e gerenciando o processo de forma remota para que ele se torne mais otimizado.

De forma geral, a Comunicação M2M é um passo a mais na tecnologia no ambiente industrial. Com ela, sensores e máquinas podem ser conectados diretamente ao ERP, e tudo isso sem a intervenção humana.

Justamente por ter tantas aplicações, o futuro da Comunicação M2M é bastante promissor, especialmente quando se trata da Indústria 4.0. O fato de a tecnologia aproveitar as redes existentes ainda a torna mais flexível. Por isso, ela pode ser utilizada para diversas finalidades.

E você, como vê a Comunicação M2M na Indústria 4.0? Conte pelos comentários e até a próxima.

*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Sistemas de gestão e análise de dados na Indústria 4.0

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Com a difusão dos princípios da Indústria 4.0, a tecnologia tem se tornado vital para uma produção eficaz e que atenda às exigências do novo mercado consumidor. Entre as bases mais discutidas na Indústria 4.0 estão os sistemas de gestão e análise de dados, uma vez que eles permitem integrar áreas de empresa e tomar decisões mais certeiras.

"Dessa forma, a integração de setores e elos entre as cadeias, como a têxtil e vestuário, se tornam facilitadas. As cadeias de produção têm acesso a informações on-line e atualizadas pontualmente, permitindo que os dados sejam analisados ao mesmo tempo, com bases compartilhadas e alteradas em conjunto. Isso facilita a tomada de decisões para elevar o nível de competitividade e valor de percepção dos clientes, que já buscam as mesmas informações na Internet", esclarece a professora Márcia Pedro, do Instituto Senai de Tecnologia Têxtil, Moda e Confecção, de São Paulo.

 

A importância dos sistemas de gestão de dados

 

"O atendimento eficaz à demanda de mercado está diretamente ligado à gestão dos sistemas produtivos. O Planejamento, Programação e Controle de Produção (PPCP) na indústria Têxtil e Vestuário são as áreas estratégicas da empresa, que têm como objetivo coordenar departamentos, realizando a gestão de todos os recursos operacionais", explica a professora.

Para isso, no entanto, é fundamental que as áreas estejam integradas entre si e com os processos operacionais. Assim, será possível acompanhar e otimizar todas as etapas produtivas, garantindo maior competitividade e eficiência na indústria.

Para ela, uma ferramenta do tipo funciona como um integrador entre todos os sistemas da empresa, analisando os dados e proporcionando ao gestor tomadas de decisões estratégicas e táticas, melhorando a eficiência e segurança nas tomadas de decisões, por meio de dados consistentes.

 

Dados como base da tomada de decisões na Indústria 4.0

 

A professora alerta para o fato de que a ausência de dados consistentes acarreta em pouco controle de informações no ambiente produtivo. E, com isso, uma série de problemas na gestão da empresa podem surgir. "O desconhecimento ou erros nos sistemas de planejamento, programação e controles de produção impedem a aferição de dados, que são essenciais para levar a empresa a patamares elevados de competitividade no mercado".

Assim, quando um bom sistema de gestão é incorporado às demais iniciativas da Indústria 4.0, é possível conquistar maior competitividade, inclusive para empresas de pequeno e médio porte.

 

Manufatura têxtil inteligente

 

É importante ressaltar, porém, que apenas armazenar dados não é suficiente para adotar os princípios da Indústria 4.0, e, tampouco, melhorar a produtividade e competitividade dos produtos.

"O manuseio dos dados retidos ou analisados de forma indevida, abastecido em bases frágeis, inadequadas e sem padrão, impedem que filtros possam ser aplicados para a uma leitura mais aprofundada e precisa. Assim, apresentam resultados inverídicos e tornam as práticas de gestão infundadas, impactando em prejuízos no grande investimento praticado pela empresa", explica a professora.

O grande segredo, então, está em transformar os dados em inteligência estratégica para o negócio. E isso só é possível com um sistema que garanta a completa gestão da sua manufatura.

As soluções TOTVS permitem acompanhar desde os processos básicos até os componentes especializados da indústria têxtil. Com isso, você terá acesso a informações precisas e detalhadas da sua produção para atender à demanda do mercado.

Com os sistemas TOTVS, é possível compilar e visualizar as informações do negócio em painéis dinâmicos e intuitivos, permitindo, assim, uma tomada de decisão mais rápida e precisa.

Saiba mais como os sistemas de gestão e análise de dados TOTVS podem ajudá-lo e dê este importante passo para adotar a Indústria 4.0!

*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Qualitativos e quantitativos: confira os benefícios da metrologia industrial

Qualitativos e quantitativos: confira os benefícios da metrologia industrial

Embora não seja novidade alguma dizer, é sempre importante lembrar que a metrologia industrial (disciplina encarregada de realizar as medições dentro dos ambientes industriais) é fundamental para o controle dos processos produtivos de empresas de todos os portes e também para a qualidade dos produtos e serviços fabricados/oferecidos ao mercado. Afinal, “medidas imprecisas acarretam em desperdício, baixa qualidade e altos custos”, conforme ressalta Alexandre Mendes, vice-presidente da SBM (Sociedade Brasileira de Metrologia).

Não à toa, medir significa agregar performance, durabilidade, aparência, utilidade, conformidade e confiabilidade aos que é produzido, assim como ter outros benefícios importantes, como os listados abaixo:

Benefícios qualitativos

  • Utilização adequada dos recursos;
  • Disciplina da produção;
  • Uniformidade do trabalho;
  • Controle de processos e produtos;
  • Planejamento do uso do tempo.

Benefícios quantitativos

  • Aumento da produtividade;
  • Redução do consumo e do desperdício;
  • Padronização de componentes e equipamentos;
  • Especificação de matérias-primas;
  • Procedimentos para cálculos e projetos.

Apesar disso, nem todas as empresas buscam, por meio da metrologia, avaliar o trabalho que está sendo feito ou promover a correção de erros, embora esse gerenciamento seja vital para os resultados do negócio.

Como é área de metrologia da sua indústria? Compartilhe a sua experiência conosco no campo de comentários abaixo e até a próxima!

Impressão 3D: oportunidades para a indústria metalmecânica

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A manufatura aditiva, ou impressão 3D, é um dos pilares da Indústria 4.0. A tecnologia permite a criação de objetos diversos, que vão de peças de avião a automóveis, até sapatos e próteses.

Os objetos são criados por meio da adição de camadas ultrafinas de materiais, como plástico, metal, cerâmica ou areia. Uma a uma, a impressora 3D imprime essas camadas para desenvolver os objetos, desenhados por meio de softwares de modelagem tridimensional.

Com mais essa mudança, a Indústria 4.0 gera um efeito transformador sobre toda a cadeira industrial. Afinal, é possível baratear o processo produtivo, personalizar em massa e padronizar a produção, entre outros benefícios.

Continue com a leitura e entenda melhor como funciona e quais são as vantagens competitivas que a impressão 3D traz para a indústria.

Impressão 3D na prática

Antes de qualquer coisa, é importante entender melhor como esse importante pilar da Indústria 4.0 funciona, para que, assim, seja possível visualizar melhor as suas possibilidades.

"O principal uso da impressão 3D é na construção de protótipos. Mas há vários casos de empresas utilizando essa tecnologia para produção de peça final. Entre elas, podemos citar o caso da Boeing, que imprime injetores de combustível para aeronaves e indústrias de produtos médico-hospitalares, fazendo próteses e órteses customizadas", explica o professor John Paul Hempel Lima, coordenador do curso de Engenharia de Produção da FIAP.

Plástico é, atualmente, o material mais difundido e fácil de fazer a impressão 3D, no entanto, é possível imprimir em metal, cerâmica, papel com cola, madeira e até materiais biológicos, como órgãos e tecidos (em fase experimental ainda).

Veja também: Impressão 3D em metal

As possibilidades da manufatura aditiva

"A vantagem da impressão 3D está relacionada à complexidade dos modelos. Quanto mais complexo, mais vantajoso o uso do 3D. Pode-se imprimir qualquer tipo de peça. Contudo, o design tem que ser concebido levando em conta o processo de fabricação, no caso a impressora 3D", explica o professor.

A economia gerada pela tecnologia depende da complexidade da peça. No entanto, existem mais vantagens trazidas pela manufatura aditiva, como a possibilidade de construção de formas complexas, redução no número de partes para construção de uma peça final etc.

 

"Na parte de prototipação, é evidente a vantagem. O tempo de criar o modelo é extremamente reduzido com o uso de impressão 3D. Por outro lado, na produção de peças finais, a competitividade varia de acordo com o tipo de produto. Para peças simples, outras formas de produção, como a conformação e a usinagem, ainda são mais vantajosas, mas para casos mais complexos, a impressão 3D sai na frente."

Outras vantagens da tecnologia

Além das vantagens apontadas acima, a manufatura aditiva permite simplificar a logística e, assim, reduzir ou eliminar custos à medida que ganha escala.

Com a impressão 3D, ainda é possível garantir maior padronização na produção. Afinal, se uma falha for identificada nos primeiros estágios da impressão, é possível descartar os defeitos e realizar novos testes.

Para se ter uma ideia, em 2014, a GE investiu 50 milhões de dólares em impressoras 3D para produzir injetores de combustível de motores a jato. O processo, então, se tornou mais rápido e eficiente, permitindo aumentar a produção de mil injetores anuais para 40 mil em 2020.

E na sua empresa, como a impressão 3D é vista? Conte nos comentários e até a próxima.

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Como fazer um bom atendimento ao cliente?

Não é novidade dizer que o bom atendimento ao cliente é fundamental para o sucesso de qualquer empresa, principalmente em feiras de negócios como a EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial. Nós separamos algumas dicas especiais para você deixar sua equipe muito bem preparada para isso. Assista agora e confira!

O que considerar antes de calcular o ROI da Indústria 4.0

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A Indústria 4.0 tem sido um tema amplamente discutido nos últimos anos, no Brasil e no mundo. Muito se fala das novas tecnologias e do potencial que elas têm em otimizar a produção, aumentar a qualidade dos produtos oferecidos e tomar decisões mais certeiras.

No entanto, como afirma o professor Ricardo Caruso, do curso sobre Indústria 4.0 da Fundação Vanzolini e diretor técnico da Aquarius Software, "qualquer decisão sobre a adoção tecnológica em ambientes empresariais deve ser embasada em parâmetros de negócio". Ou seja, é preciso estimar o ROI (retorno sobre o investimento) por meio desta conhecida fórmula:

ROI = (Receita - Custo) / Custo

Antes de aplicar a equação, porém, é recomendado cautela. Isso porque em projetos altamente estratégicos e inovadores como os que envolvem conceitos de Indústria 4.0 é necessário considerar algumas circunstâncias de sustentação. Se avaliadas, inicialmente, apenas pelo cálculo, podem comprometer os resultados futuros do negócio.

A importância do ROI na Indústria 4.0

O ROI é um indicador que permite uma avaliação com baixo risco sobre a viabilidade de um projeto. Ou, ainda, a seleção das melhores alternativas de um portfólioA equação do retorno sobre o investimento, porém, conta com uma limitação e sua avaliação nem sempre pode ser segura a princípio.

"A Indústria 4.0 abre possibilidades não só de melhorias incrementais no processo, mas da criação de novos modelos de negócio ou abertura de novos mercados. Nesses últimos casos, normalmente, os de maior potencial, as incertezas podem inviabilizar o uso exclusivo do retorno financeiro como parâmetro de decisão", alerta o professor.

Em outras palavras, adotar a Indústria 4.0 requer priorizar aquilo com maior potencial de retorno para cada negócio. Caso contrário, o investimento financeiro será altíssimo para um resultado aquém do esperado, inviabilizando, assim, todos os benefícios que a Indústria 4.0 pode trazer para a competitividade da empresa.

Experimentação do ROI na Indústria 4.0

Em projetos muito inovadores, comuns no cenário da Indústria 4.0, o mais recomendado é a adoção de provas de conceito, que nada mais são do que projetos menores e, portanto, com custos reduzidos.

"Eles preservam as principais características do projeto que se pretende avaliar. Após sua implantação são medidos os ganhos obtidos e avaliado o potencial da iniciativa em escalas maiores".

Usar as provas de conceito ajuda a tornar economicamente viável a experimentação com mais de uma tecnologia ou cenário, diminuindo, assim, os riscos das fases posteriores do projeto.

Extraia o máximo de conhecimento da análise

Calcular o ROI da Indústria 4.0 não deve ser encarado como uma atividade de praxe. É vital usar os aprendizados obtidos nesta fase prévia à implementação para que o projeto seja bem-sucedido.

"Um ponto importante é ter clareza de quais capacidades industriais serão impactadas com o projeto. Embora a redução de custos seja a base mais comum para o cálculo do ROI, muitas vezes, as maiores oportunidades estão em ganhos de aumento da flexibilidade ou diminuição do tempo de entrega. Esses indicadores, em alguns mercados, podem ser decisivos para o ganho de competitividade."

O professor ainda chama a atenção para o fato de que muitas empresas não consideram o fato de que a indústria está inserida em uma cadeia de suprimentos. "Dessa forma, ganhos em produtividade não se convertem em lucro caso não exista demanda para essa produção adicional. Ou, ainda, a redução de tempos de ciclo produtivo não impacta no tempo de entrega sem um sistema logístico adequado".

Por isso, é fundamental considerar o cenário em que o negócio está inserido, que vai desde a análise do mercado até o funcionamento da empresa. Dessa forma, o cálculo do ROI se torna muito mais adequado e eficaz para adotar a Indústria 4.0 com eficiência.

E na sua indústria, o cálculo do ROI está alinhado às decisões estratégicas? Conte pra gente pelos comentários e até a próxima.

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