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Articles from 2016 In September


Abrir vaga para pessoas com necessidades especiais amplia inovação na indústria

Portadores de necessidades especiais

Hoje, para dar um salto na frente da concorrência é preciso investir em inovação. Certo? Agora, pense onde está a origem da inovação dentro de uma fábrica, senão nas pessoas. Avançando um pouco mais, pode-se chegar a outra conclusão: a diversidade de experiências pessoais amplia as perspectivas de um ambiente inovador. Por isso é preciso cada vez mais abrir as portas da indústria para as pessoas que apresentam algum tipo de deficiência, que representam 6,2% da população brasileira segundo último levantamento divulgado em agosto de 2015 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) feito em parceria com o Ministério da Saúde.

A inclusão constrói, no ambiente de trabalho, olhares diferentes sobre um mesmo objeto, enriquecendo todos os indivíduos que ali estão, defende Felipe Morgado, gerente-executivo de Educação Profissional e Tecnológica do Senai. “Também promove a criatividade e a inovação, promove a diversidade como uma estratégia para ampliar a visão global, supera barreiras por meio de soluções inovadoras que podem ser aplicadas a produtos e processos, gerando novos olhares e perspectivas.”

O trabalho, na nossa sociedade, é um organizador das relações pessoais e profissionais, explica Morgado. “Relatos da inclusão de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e com necessidades específicas demonstram que a qualidade das relações e do ambiente de trabalho se amplia quando privilegia o diverso e plural.”

O gestor da indústria com mais de 100 funcionários deve estar atento à lei 13.146 que entrou em vigor em 2 de janeiro de 2016, que assegura o preenchimento de 2 a 5% das vagas a funcionários reabilitados ou com algum tipo de deficiência física ou intelectual.

Ao promover a inclusão, na avaliação do executivo, a indústria além de cumprir a nova lei também é vista como inovadora e como aquela que olha para todos e não apenas para alguns. Em consequência, os produtos oferecidos pela marca ganharão um inevitável rótulo positivo, quantitativo e qualitativo.

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Especialista diz como usar um indicador de produtividade de maneira inteligente

Crescimento da Produtividade

Algumas iniciativas são fáceis de se implementar e podem trazer importantes ganhos a uma indústria. É o caso dos indicadores de produtividade, que além de demonstrarem o resultado de um ou vários processos, serve como base para tomadas de decisão. Apesar da importância, é preciso ter cautela e cuidados para aplicá-los. Isso porque há sempre o risco de que se tornem meros números e, assim, não tragam a contribuição devida ou até prejudiquem o processo de análise.

Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae, alerta que existem dois grandes erros comuns no uso dos indicadores de produtividade: a interpretação indutiva e o problema na execução. “Interpretação indutiva é quando o gestor não analisa com uma visão sistêmica no planejamento, podendo, assim, priorizar ou beneficiar apenas um determinado setor ou um grupo da empresa.”, explica.

Há, ainda, segundo ele, o problema de analisar o indicador e não ter capacidade para executá-lo, uma dificuldade recorrente e que pode exigir investimento em tecnologia e qualificação. “Por exemplo: entender a partir do indicador onde pode-se chegar, mas não ter capacidade produtiva, tecnologia, mão de obra qualificada ou capital de giro para dar continuidade ao processo.”

Para o consultor do Sebrae, a maneira mais inteligente de utilizar os indicadores de produtividade é atrela-los às metas determinadas no planejamento estratégico da empresa. “Como o esforço e o desempenho dos colaboradores são comparados com as metas para aquele período em determinada parte da estratégia”, afirma chamando o empresário a uma reflexão provocativa sobre as possibilidades de análise.

Outro ponto é vinculá-los às estimativas do mercado e ao controle de qualidade percebida pelos consumidores. “Frisamos que depende também da motivação empregada à cada tipo de indicador de produtividade no planejamento estratégico”, finaliza.

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Especialista avalia o processo de implementação da manufatura avançada no Brasil

Indústria 4.0

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) fez recentemente a primeira pesquisa nacional sobre a adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, a chamada indústria 4.0, termo que se refere à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais. No levantamento, realizado com 2.225 empresas de todos os portes, identificou-se a adoção de dez tipos de tecnologias digitais e seu uso em diferentes estágios da cadeia. E boa parte dos esforços feitos está na fase dos processos industriais.

Segundo a pesquisa, 73% das empresas que afirmaram usar, ao menos, uma tecnologia digital, o fazem na etapa de processos. Outras 47% utilizam na etapa de desenvolvimento e apenas 33% em novos produtos e novos negócios. Esse, aliás, é o caminho natural: primeiro a indústria otimiza processos para, então, mover-se para aplicações mais voltadas ao desenvolvimento, a produtos e novos modelos de negócios.

“Nós temos muito a melhorar, um longo caminho a ser percorrido. Temos plenas condições de implementar uma manufatura avançada no Brasil. Mas uma coisa é as empresas estarem utilizando tecnologia digital, outra é avançarem nesses processos”, elucida João Alfredo Delgado, diretor de Tecnologia da Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), explicando alguns desafios dessa evolução.

“Estamos no caminho. Vamos avançar de acordo com os passos do País”

“Para tudo tem um processo natural de implementação que deve ser lento, porque depende do investimento macro. Mas estamos no caminho. Estamos enfrentando as dificuldades estruturais que o Brasil enfrenta. Vai avançar de acordo com os passos do País”, avalia.

Diferentemente de outros saltos tecnológicos já observados na indústria, que demandavam um investimento maciço, agora o setor precisa encarar dois desafios: uma mudança cultural e um problema de infraestrutura.

“É uma mudança cultural, pois o modelo de negócio muda bastante. E esse processo vai mudar muito tanto na Alemanha quanto aqui. Muda o conceito que as empresas trabalham, e isso é uma revolução que está acontecendo”, afirma o diretor da Abimaq. “Mas isso depende de uma infraestrutura de comunicação, de uma banda larga que funcione, de uma boa internet, de toda uma discussão sobre segurança.”

Uma boa estratégia para enfrentar essas dificuldades é, segundo ele, ir mudando aos poucos, testando na prática os melhores processos. “Quando você está usando várias tecnologias juntas, fica mais complexo determinar qual o investimento deve ser feito”, pondera. “A empresa deve experimentar aos poucos, entender o que está dando certo, desde o produto até o processo de produção. O processo, aliás, é até um pouco mais simples. As dificuldades maiores vêm nas etapas seguintes mas achamos que é possível.

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Usinagens completas: a solução para aumentar a produtividade

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Usinar é uma arte. Uma arte que utiliza como meios de produção eficientes e flexíveis máquinas-ferramenta a comando numérico computadorizado (CNC), ferramentas de corte de alto rendimento, meios refrigerantes ideais e avançados métodos digitais para o projeto do produto e desenvolvimento do programa aplicado na máquina (CAD/CAM).

Com a evolução da informática, da eletrônica, dos componentes mecânicos e das ferramentas de corte, as máquinas-ferramenta acionadas através de comandos numéricos computadorizados tiveram um enorme avanço tecnológico, proporcionando aos seus usuários a possibilidade de produzir peças de alta complexidade de forma completa, eliminando operações secundárias. Além do mais, o aumento da produtividade e da qualidade do produto manufaturado tiveram progressos significativos quando comparados com os métodos de produção, baseados em máquinas de acionamento mecânico convencionais.

Tornos universais e paralelos, tornos automáticos a cames, furadeiras e fresadoras convencionais de produção e para trabalhos em ferramentaria são substituídos, hoje, por tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem de alto rendimento, dotados de diversos eixos operando simultaneamente,  que possibilitam a usinagem da peça por completo numa única fixação. Isto proporciona uma série de vantagens que conduzem a uma maior produtividade com mais rentabilidade. A saber:

•    Capacidade de produzir peças de geometrias complexas

•    Substituição de diversas máquinas convencionais por uma única máquina-ferramenta CNC para produzir uma peça

•    Economia de espaço

•    Economia de energia elétrica

•    Uma única fixação da peça de trabalho

•    Maior precisão do produto usinado

•    Utilização de parâmetros de corte otimizados (velocidades de corte e avanços da ferramenta)

•    Qualidade superficial superior

•    Curtos ciclos de operação

•    Diversas ferramentas de corte trabalham simultaneamente

•    Otimização do controle da produção

•    Menos estoques intermediários

•    Menos custos de manutenção

•    Redução nos custos de mão de obra

•    Mais conforto nos trabalhos de operação e manutenção

•    Aplicação da máquina CNC em células flexíveis de manufatura avançada.

Enormes avanços tecnológicos foram conquistados nas diversas áreas da manufatura, como na produção seriada, nas ferramentaria e na microusinagem, graças à aplicação das modernas máquinas-ferramenta CNC e aos modernos métodos do controle da produção. Portanto, a substituição de máquinas-ferramenta convencionais por aquelas controladas digitalmente (CNC) é o caminho seguro para se atingir a excelência na produção.

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3 perguntas que evitam problema tributário para pequenas e médias indústrias

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A falta de planejamento tributário é justamente o problema mais comum enfrentado pelas indústrias de pequeno e médio portes. Essa é a conclusão do presidente do CRC-SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), Gildo Freire de Araújo. Contudo, nem tudo está perdido para os empreendedores que se enxergam na afirmação do especialista. Isso porque, independentemente do tamanho do negócio, o gestor deve (e pode) implantar controles financeiros e tributários efetivos no dia a dia da organização da área financeira, desde que busque uma alternativa legal eficiente em relação aos impostos. Para melhorar o desempenho tributário, Araújo responde 3 perguntas simples, mas que evitam sérios problemas.

1 - De que maneira um bom planejamento pode diminuir o pagamento de tributos?

Conhecendo profundamente o negócio, é preciso realizar um planejamento a curto e longo prazo, visando a efetiva economia tributária. Isso é possível por meio da escolha da opção de regime fiscal mais adequada. Assim, de maneira legal e segura e sempre amparado por profissionais qualificados, o empreendedor terá condições de realizar uma boa gestão.

2 - Existem boas práticas para estruturar o planejamento tributário?

Sim. No Brasil, a escolha do regime tributário é anual, ou seja, a empresa estará enquadrada naquele determinado regime durante todo o exercício. Por isso, o planejamento deve ser feito no exercício anterior. Deve ser analisado o melhor regime tributário a seguir no próximo ano e acompanhar essa opção mensalmente. Somente assim haverá eficiência na busca de uma redução tributária.

3 - Na tentativa de adequar o pagamento de tributos, o que precisa ser observado com atenção para não derrapar e cair no fisco?

O empreendedor deve sempre seguir a legalidade em relação à documentação fiscal e à devida apuração dos impostos. Assim, não correrá riscos numa eventual fiscalização. É importante contar sempre com um profissional da contabilidade na hora de fazer o planejamento, pois ele tem o conhecimento técnico necessário e pode contribuir para o sucesso nos negócios.

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Recuperação será gradativa, mas indústria precisa ter condição de ampliar demanda em 2017

Demanda Industrial

A produção industrial brasileira começou a dar sinais de recuperação. Entre maio e junho, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), houve crescimento de 1,1%. Nove estados foram determinantes à melhora. Destaque para Rio de Janeiro, com crescimento de 5,7%, Santa Catarina (5,4%), Pará (4,9%) e Rio Grande do Sul (4,6%). Segundo o IBGE, a alta da indústria no mês teve taxas positivas disseminadas, alcançando as quatro grandes categorias econômicas em 18 dos 24 ramos pesquisados. O setor de metalurgia subiu 4,7%, enquanto o de veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento de 8,4%.

Existe uma expectativa de melhora principalmente no setor de infraestrutura, diz presidente da Abemi

E o novo ânimo desse último segmento, sobretudo com a exportação, pode ter influência direta na indústria de máquinas e equipamento – a General Motors, por exemplo, projeta um crescimento de 52% nas vendas externas em relação a 2015. Após dois anos consecutivos de pessimismo e incertezas, a indústria começa a olhar 2017 de outra maneira. O que exige um planejamento adequado para aproveitar, quem sabe, o que poderá ser um bom momento.

“Existe uma expectativa de melhora principalmente no setor de infraestrutura com as novas condições políticas e macroeconômicas do País”, resume Nelson Romano, presidente da Abemi (Associação Brasileira de Engenharia Industrial). A mudança de perspectiva, assim, exigirá um cuidado especial: embora a melhora não deva ser momentânea, as empresas precisam recuperar o fôlego estrutural e financeiro. Não apostando necessariamente no presente, mas tendo em vista o que pode ocorrer no decorrer de 2017.

“A preparação (para 2017) consiste em manter as diversas empresas do setor em condição técnica e ecônomo-financeira forte para enfrentar um possível aumento de demanda por serviços”, projeta o presidente da Abemi.

Romano, contudo, pondera que a melhora deverá ser lenta, em etapas, gradativa. Mesmo com as boas perspectivas, a cautela ainda é a melhor aposta para 2017. “A recuperação da economia, a redução dos juros e a queda da inflação, entretanto, deverão ser lentas, de forma que a prudência deve comandar as ações empresariais”, sugere.

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Torneamento automático eficiente de peças de baixo custo

torneamento automatico

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Peças cilíndricas de pequena e média complexidade e de baixo custo tem sido, até então, produzidas a partir de barras, de forma seriada, através de tornos revólver e tornos automáticos monofuso ou multifuso acionados através de cames. Estes últimos são aplicados principalmente nas produções de grandes séries, que não exigem frequentes paradas da máquina para troca de ferramental, para se produzir diferentes tipos de peças, ou seja, quando não há flexibilidade no trabalho.

Por outro lado, as indústrias de manufatura vêm passando por profundas alterações que exigem a produção, cada vez mais frequente, de lotes menores de fabricação, levando-se a aplicar avançados de planejamento da produção, como o just-in-time e outros. Isto faz com que as máquinas sejam preparadas com maior frequência, aumentando os tempos improdutivos e elevando os custos de produção. Para aumentar a flexibilidade e a rentabilidade no trabalho flexível, são aplicadas as máquinas-ferramenta dotadas de Comandos Numéricos Computadorizados (CNC).

Os tornos automáticos CNC de cabeçote fixo se classificam, quanto ao tipo da disposição das ferramentas de corte, de duas maneiras: com mesa porta-ferramentas linear ou com torre porta-ferramentas indexável.

O conceito do torno automático dotado de torre porta-ferramentas linear não é novo, sendo que os antecessores são acionados através de cames.

Os tornos automáticos CNC dotados de mesa porta-ferramentas linear, também conhecidos por tornos tipo Gang Tool, são aplicados na produção de peças curtas, que tenham estabilidade de usinagem suficiente para serem trabalhadas em balanço, sem o uso de elementos de guia, como contra-ponta e luneta. Por outro lado, os tornos automáticos universais dotados de torre indexável e contra-ponta são aplicados na usinagem de peças de maior complexidade, tanto para peças curtas, como para peças delgadas.

O conceito do torno automático dotado de torre porta-ferramentas linear não é novo, sendo que os antecessores são acionados através de cames. Porém, através de uma construção moderna e inovadora, com base na aplicação de elementos mecânicos de máquina, atuais e de alto rendimento, e na tecnologia digital utilizada para o seu controle e funcionamento, determinou uma revolução na produção flexível e econômica de peças torneadas de baixo custo, com geometrias de pequena e média complexidade.

Uma enorme vantagem deste tipo de torno é proporcionada pelo curto tempo do ciclo de trabalho em relação aos tornos CNC dotados de torre porta-ferramentas indexável, uma vez que a troca das posições das ferramentas é bem mais rápida, chegando a reduções de até aproximadamente 30%, dependendo da quantidade de operações a serem realizadas e da complexidade geométrica da peça a ser produzida. Outra grande vantagem é a possibilidade da aplicação de ferramentas acionadas, que possibilita a usinagem de peças por completo, eliminando-se operações posteriores.

A aplicação de um magazine para guia, alimentação e troca automática das barras, em geral de três metros de comprimento, torna o equipamento uma célula de produção que permite um trabalho contínuo sem supervisão.

Este torno permite, também, a usinagem de peças pré-formadas, através de alimentação manual ou automatizada, pela aplicação de magazines ou de robôs articulados, para a carga e descarga da peça de trabalho.

As principais vantagens proporcionadas pelos tornos automáticos CNC dotados de mesa porta-ferramentas linear, tipo Gang Tool, são:

•    Rápida preparação da máquina.

•    Curtos ciclos de trabalho.

•    Facilidade e rapidez na programação.

•    Aplicação econômica para pequenos e médios lotes.

•    Rapidez na execução de protótipos.

•    Uso de ferramentas de corte standard e de alto rendimento.

•    Aplicação de acionamento de ferramentas de corte.

•    Eliminação de projeto e fabricação de ferramentais especiais, como cames e ferramentas de forma.

•    Usinagem de diversos tipos de materiais, inclusive aqueles de difícil usinabilidade, como aços ligados e inoxidáveis.

•    Conforto operacional.

•    Fácil manutenção.

Além do mais, este tipo de torno se caracteriza como uma máquina de entrada para muitas empresas que pretendem iniciar com a tecnologia digital do comando numérico.

A forte concorrência nos mercados, doméstico e de exportação, além da adequação às regras da economia no país, obriga as empresas de manufatura a investirem, cada vez mais, em modernas tecnologias, como a deste torno automático CNC, com o objetivo de aumentar a sua eficiência, qualidade, rentabilidade e participação de mercado.

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