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Decapagem química prepara superfícies metálicas para aplicação de revestimentos; conheça

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Muito aplicada nos processos da indústria, a decapagem química é a etapa de preparação de superfícies metálicas que irão receber outro tipo de revestimento, sendo fundamental para a remoção de oxidações, ferrugens, crostas de laminações e excesso de solda, sobretudo em peças que ficam em estoque sem tratamento.

“A decapagem química é fundamental para que qualquer revestimento posterior possa ser aplicado com aderência e maior resistência anticorrosiva”, pontua Roberto Motta de Sillos, secretário executivo da Associação Brasileira de Tratamentos de Superfície (ABTS).

Cabe ressaltar que a técnica deve ser precedida de jateamento abrasivo (tratamento de superfícies a frio realizado em elevadas velocidades, que consiste no arremesso de partículas contra uma determinada superfície) para remover grande parte da carepa e criar rugosidade no material. Além disso, quando realizada com metais de baixa qualidade, tende a comprometer a peça em questão, podendo, inclusive, causar sua perda total. Portanto, vale lembrar que o método tem de ser feito de forma adequada e por profissionais capacitados.

O secretário executivo da ABTS esclarece, ainda, a melhor forma de fazer com que a decapagem química cumpra a sua principal função: a remoção de oxidações.

“A peça tratada deve passar pela imersão química ou eletroquímica. No caso do ferro ou do aço, as soluções devem ser fortemente ácidas. Mas para o alumínio e outros metais leves, elas precisam ser alcalinas.  Este procedimento pode ser feito a quente ou a frio, com a utilização dos ácidos sulfúrico, clorídrico, fluorídrico, nítrico ou fosfórico. E para as soluções alcalinas, com hidróxido de sódio ou a soda cáustica”, explica.

O que é utilizado na decapagem química?

Ao longo do processo de decapagem química são utilizados diversos aditivos que têm como função inibir o ataque excessivo de substâncias ácidas. Eles são absorvidos pela superfície metálica, impedindo, assim, a difusão do hidrogênio.

Ao empregar agentes desse tipo, é possível acelerar o processo de decapagem por umectação intensiva e uniforme,  aperfeiçoando, também, a inativação da superfície decapada. O aditivo dá melhor aderência, aumenta a resistência dos revestimentos metálicos e reduz a sua fragilidade.

Existem, basicamente, cinco tipos de metais mais importantes. Eles serão apresentados para você a seguir, assim como os ácidos (aditivos) mais adequados para a decapagem de cada um deles. Confira!

Aço carbono

O aço carbono é decapado com ácido clorídrico ou sulfúrico, numa concentração entre 10 e 20%. O tempo da decapagem depende da espessura da camada de carepa ou da ferrugem.

Cabe ressaltar que o ácido sulfúrico é mais barato e tem um consumo mais econômico, mostrando-se mais fácil de regenerar. O custo reduzido o leva a ser mais utilizado do que o ácido clorídrico que, embora tenha um custo menor, ataca menos o metal, diminui a fragilidade da decapagem e gera superfícies mais claras.

Ainda é aceito para os aços carbono, em casos especiais, o uso do ácido fosfórico, por promover proteção contra a ferrugem e melhorar a aderência das pinturas, embora também seja mais oneroso.

Ferro fundido

Para a decapagem química do ferro fundido, recomendam-se o ácido sulfúrico e o clorídrico diluído, com o uso de aditivos. Neste caso, ainda, é evitada a formação de ferrugem posterior, por meio de um tratamento de ácido fosfórico diluído.

Metais com coloração natural

Para o cobre e suas ligas, utiliza-se o ácido sulfúrico diluído a 6.000º C. O tempo de decapagem para este metal não é relevante, pois a decapagem química é leve.

Já para o zinco, são utilizados o ácido clorídrico ou o sulfúrico. É importante destacar que ligas de zinco contendo cobre (Cu) e alumínio (AI) passam por decapagem preliminar, numa mistura de ácido crômico e clorídrico, além de uma decapagem final, numa solução com alto teor de ácido crômico. O zinco fundido, em geral, é somente escovado e, e antes da galvanização, a graxa é removida por imersão rápida.

Na linha dos metais com coloração natural, destaque para o estanho e o chumbo, que são decapados com ácido clorídrico ou nítrico diluído. A decapagem química é seguida de uma lavagem eficiente e secagem imediata.

Alumínio e suas ligas

O alumínio e suas ligas são cobertos por camadas finas e densas de óxidos, quando expostos ao oxigênio do ar. Por isso, precisam ser removidas antes da aplicação de outros tratamentos.

As peças, em geral, passam por decapagem química com soda cáustica diluída, ácido nítrico e fluorídrico.

Magnésio e suas ligas

Para o magnésio, o processo adotado é chamado de decapagem protetora, tendo em vista que, quando exposto ao ar, o metal acumula uma camada porosa de óxidos, impedindo a aplicação de um tratamento imediato. Após o processo, o melhoramento da aderência do metal proporcionado pela pintura posterior é evidente.

Quer saber mais sobre a decapagem química e outros assuntos de interesse da indústria metalmecânica? Siga acompanhando o nosso canal de conteúdo e até a próxima!

 

Investimentos em TI são determinantes para implantação da Manufatura Avançada; veja como fazer

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Como já dissemos em outras oportunidades por aqui, a Manufatura Avançada tem sido responsável por uma mudança na forma com a qual as indústrias passaram a olhar para a área de TI (Tecnologia da Informação). Visto anteriormente apenas como um “braço de apoio”, o setor ganha agora um novo status dentro das corporações pela sua ligação direta com o processo de implementação da chamada 4ª Revolução Industrial que visa a integração entre pessoas, máquinas, espaços (físicos e virtuais) e softwares de gestão.

“Alguns dos principais pilares da Manufatura Avançada são tecnologias diretamente ligadas à rotina de TI de uma empresa, tais como IoT (Internet das Coisas), Cloud Computing (computação em nuvem), M2M (Machine to Machine), Big Data e Virtualização (Cyber-Physical-Systems ou Digital Twin) que funcionam de maneira integrada, confiável e segura”, exemplifica Alexandre Watanabe, especialista em Manufatura Avançada da Fundação CERTI.

Diante disso, os investimentos em TI passam a demandar estratégias inteligentes e planejadas, seja para indústrias de médio ou grande porte, já que a área envolve muito mais do que a compra de computadores ou programas de última geração. Confira, portanto, como pode ser feito o investimento em Tecnologia da Informação para a indústria se adaptar ao conceito da Manufatura Avançada.

Planejamento estratégico

O primeiro passo para investir de forma adequada na área de TI é ter em mãos um plano estratégico, que contemple o atual cenário das tecnologias que a indústria possui, assim como o que ela pretende alcançar, de modo a melhorar os processos produtivos. Este estudo deverá levantar informações como equipamentos e softwares disponíveis, qual a situação da atual infraestrutura de rede e como está a capacidade do datacenter em todos os aspectos.

Só dessa maneira será possível fazer o planejamento correto de adequação da TI para a Manufatura Avançada.

Análise das tendências

O segundo passo dessa estratégia é a análise das tendências do segmento de atuação da indústria. Afinal, cada setor possui suas particularidades e pode caminhar em direções distintas. Portanto, além de analisar a situação da área de TI, os gestores devem, também, se atentar às novidades e tendências do seu mercado.

Esta análise deve fazer parte da etapa de planejamento estratégico para ajudar a indústria a definir qual caminho seguir e quais os melhores investimentos a se fazer no momento certo.

Definição das prioridades de investimento

Conhecendo a atual situação do ambiente de TI da indústria e as necessidades do segmento em que atua, o gestor passa a ter, então,  condições de definir o seu orçamento e a planejar os investimentos necessários para cada etapa da implantação da Manufatura Avançada.

Além disso, como o maior impacto no orçamento de uma indústria que visa migrar para o modelo 4.0 está relacionado, evidentemente, aos investimentos realizados no chão de fábrica, com a aquisição de máquinas e equipamentos inteligentes, a área de TI precisa ser lembrada e inserida no plano de aquisição de novos recursos para que sejam verificadas quais mudanças ela deverá passar para suportar esta nova demanda, seja na infraestrutura, no datacenter ou numa possível customização de um software de gestão.

Governança de TI e governança corporativa

Outro passo importante é o alinhamento entre governança corporativa e governança de TI. Afinal, todos os processos de manufatura modernizados passarão a ser integrados e, por isso, dependentes dos recursos de TI.

“Entendo que ter uma governança de TI bastante definida e robusta é muito importante porque vamos ter muitos equipamentos conectados à rede, e eles podem se tornar uma porta de acesso para uma invasão de roubos de dados, por exemplo. Esta governança precisa pensar em uma infraestrutura de rede interna e externa suficiente para comportar o volume de dados que vai transitar e se preparar para a aquisição de novas tecnologias para a digitalização, quer sejam elas na área de engenharia, da criação de modelos de equipamentos que estão operando ou que são produzidos no ambiente virtual. Ou seja, é preciso preparar a infraestrutura para lidar com este ambiente digital”, afirma Paulo Roberto dos Santos, sócio diretor da Zorfatec, consultoria especializada em Inovação Tecnológica.

 

Quer saber mais sobre a relação entre a área de TI e a Manufatura Avançada? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e até a próxima!

 

Soluções ajudam a garantir controle térmico na indústria; confira

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O controle térmico tem ganhando cada vez mais importância na indústria não apenas pela economia de energia que pode proporcionar, mas também pela percepção dos gestores de que ambientes desconfortáveis para os colaboradores induzem a queda de produtividade.

Só que para promover o gerenciamento adequado da temperatura na indústria,  uma análise técnica precisa ser realizada por profissionais especializados que irão avaliar a estrutura do local, o quanto os materiais usados influenciam, os horários de maior exposição ao calor, a quantidade de funcionários do chão de fábrica, além de outros fatores associados, como a baixa umidade relativa do ar.

“Quando pensamos em um projeto que proporcione o controle térmico para a indústria, precisamos saber direitinho o perfil da empresa. Só a partir daí, definimos se ela vai poder, por exemplo, utilizar ventilação natural ou mecânica, entre outros itens que devem ser analisados”, destaca Luis Capote, arquiteto da Loeb Capote.

Confira, portanto, a seguir, algumas dicas do que pode ser feito nesse sentido.

Ventiladores e exaustores

Eles promovem a circulação do ar no ambiente, o que favorece a sensação térmica dos trabalhadores. Atualmente, é possível encontrar diversos tipos e modelos de ventiladores, com diferentes especificações técnicas e indicações para os ambientes fabris. A recomendação, no entanto, é que o aparelho escolhido seja projetado para realizar, no mínimo, 20 trocas de ar por hora.

Ventiladores e exaustores possuem vantagens interessantes, como o custo reduzido, a baixa necessidade de manutenção, o baixo consumo de energia e a possibilidade de retirar fumaça, odores e poeira do ambiente.

Ventilação por insuflamento

Trata-se de um tipo de sistema de ventilação feito por meio de dutos que promovem uma ventilação direcionada, exatamente sobre o local desejado. Geralmente, esta ventilação é feita por pressão positiva, através do uso de insufladores axiais de parede que captam o ar fresco e limpo, insuflando-o por meio de sistemas motorizados com dutos e difusores de ar. Este sistema possui como vantagem o fato de melhorar as condições do ambiente e promover a renovação do ar de forma completa. Apesar disso, o seu custo tende a ser elevado.

Mantas térmicas

Utilizadas em diversos ambientes industriais, as mantas térmicas atuam como isolantes térmicos ao serem instaladas no telhado, impedindo que o calor passe para o ambiente e garantindo, assim, a manutenção da temperatura em níveis agradáveis. Fáceis de instalar, elas também são uma alternativa para quem deseja economizar, pois são mais acessíveis financeiramente.

Sheds

As coberturas com sheds são bem usuais quando o assunto é o controle térmico da indústria, pois permitem que o ar quente, que penetra no ambiente pelas superfícies inferiores das fachadas, suba e saia naturalmente.

Mudanças na estrutura

Também é possível promover o controle térmico industrial com reformas que viabilizem a implementação de uma ventilação cruzada permanente, na qual vãos (janelas e portas) são colocados em paredes opostas ou adjacentes, no sentido dos ventos locais, permitindo a entrada e saída do ar.

Quer saber mais sobre como garantir o controle térmico no chão de fábrica? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e até a próxima!

De segurança a agilidade: confira 5 vantagens das portas automáticas industriais

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O crescimento do setor metalmecânico e de outras áreas da indústria nos últimos anos tem contribuído para o avanço do mercado de portas automáticas industriais, que levam para o ambiente do chão de fábrica mais segurança contra acidentes de trabalho e maior agilidade nos processos produtivos.

“Elas são muito úteis diante dos enormes galpões e silos que precisam ser abertos e fechados diariamente, por exemplo, pois tornam o processo de abertura e fechamento infinitamente mais ágil e fácil”, ressalta Raquel Moraes, técnica em segurança do trabalho.

Diante disso, confira, a seguir, as cinco vantagens principais proporcionadas pelas portas rápidas aplicadas na indústria.

1. Separação de ambientes

Muitas vezes, o layout industrial precisa contemplar a separação de ambientes de acordo com as atividades exercidas em cada departamento, de modo a facilitar, assim, o fluxo de trabalho. As portas rápidas são muito utilizadas nesse sentido, sobretudo em depósitos e armazéns voltados para o recebimento e a expedição de cargas, justamente por apresentarem a vantagem de isolar os ambientes produtivos por áreas.

2. Mais segurança

As portas automáticas industriais possuem vários dispositivos de acionamento e automação que ajudam a garantir o fluxo de movimentação, a segurança dos trabalhadores e a preservação dos materiais.

Elas são automaticamente travadas, protegendo os usuários de qualquer acidente, inclusive em casos de ruptura de cabos de aço ou de molas, por meio de ferramentas como detector de massa metálica, sensor de presença e sinalizadores visuais.

3. Isolamento e higiene

As portas rápidas possuem alto nível de isolamento para deixar o chão de fábrica protegido contra contaminações e/ou intempéries do dia a dia.

Sempre fechadas, elas também são ideais para ambientes que necessitam de temperatura controlada, por ajudarem a evitar a perda brusca de ar quente ou frio, conferindo uma temperatura adequada ao local, assim como a economia de energia dos equipamentos de climatização.

4. Opções econômicas e confiáveis

Embora as portas manuais também sejam viáveis, as versões automáticas (principalmente as feitas com aço) são bastante econômicas em razão da sua engenharia simples e funcional, que proporciona um funcionamento eficiente, mesmo com menos elementos de montagem do que a maioria dos modelos convencionais.

Além disso, a sua durabilidade é muito superior - a porta automática é motorizada e conta com uma das formas de pintura mais resistentes e efetivas do mercado: a eletrostática.

Ela também exige menos manutenções, tendo um custo-benefício maior, além de manter a integridade de materiais (em ambientes de carga e descarga), carros (em caso de garagens) e instalações industriais como um todo.

5. Mais agilidade nos processos produtivos

A utilização de portas automatizadas aumenta a agilidade dos processos industriais quando operadas corretamente, uma vez que suportam um alto fluxo de aberturas e fechamentos e não possuem a necessidade de manutenção constante.

Elas também permitem que máquinas como empilhadeiras trafeguem com mais facilidade, não interrompendo as demais atividades da indústria, “além de ajudarem a evitar problemas de contaminação, diminuírem o custo de energia e perdas de produção, facilitarem o fluxo de pessoas e equipamentos e melhorarem o controle de qualidade das indústrias”, ressalta Paulo Comini, Regional Sales VP da Rite-Hite América Latina.

Quer saber mais sobre como as portas automáticas industriais podem mudar a realidade da sua empresa? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e até a próxima! 

Sua indústria vai precisar de um "cientista de dados"; entenda

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A Manufatura Avançada, como já falamos em outras oportunidades por aqui, está diretamente ligada à análise e interpretação de grandes volumes de dados – ou seja, ao famoso Big Data. Afinal, a forma com a qual o gestor da indústria metalmecânica passa a trabalhar com as informações levantadas no chão de fábrica pode possibilitar a redução de custos e de tempo, o desenvolvimento de novos produtos e ofertas otimizadas, além da tomada mais inteligente de decisões.

Mas o que todos estes dados significam? Como eles devem ser analisados em tempo real? E de que maneira podem proporcionar mais conhecimento, melhorias e transformações? Todas estas perguntas apontam para a figura do “cientista de dados”, um profissional ainda em fase de desenvolvimento no mercado brasileiro que vai desempenhar um papel fundamental na indústria.

Trata-se de uma nova geração de profissionais analíticos, composta por matemáticos, analistas de computação, entre outros perfis, que ajudará o gestor a encontrar soluções simples para problemas complexos da indústria, ao processar e analisar dados importantes no dia a dia.

Ainda não existe uma educação superior formal para esta ocupação, mas o profissional da área precisará buscar o desenvolvimento constante, adquirindo conhecimento a respeito das principais ferramentas, linguagens e bibliotecas de dados, de modo que possa se destacar no mercado e conseguir desenvolver um trabalho diferenciado.

 

A Manufatura Avançada e o surgimento de uma nova profissão

 

Daqui para frente, a linha de produção de qualquer indústria do setor metalmecânico estará repleta de sensores produzindo dados. Só que apenas produzi-los não será suficiente. De acordo com Fernando Amaral, cientista de dados, escritor e professor da Data Academy, as informações adquiridas precisarão ser transformadas em informação e conhecimento útil, gerando, assim, valor para as empresas.

“Dessa forma, a linha de produção vai parar menos, gastar menos energia, ter menor custo de manutenção e ser mais eficiente. O mesmo ocorre em outras áreas da indústria, como a administrativa e a do marketing, por exemplo”, afirma o especialista.

A oportunidade para o “cientista de dados” trabalhar na indústria surgiu a partir da necessidade apresentada pela Manufatura Avançada de criar novos métodos para a análise do grande volume dos dados gerado pelo chão de fábrica. Por isso, cabe a eles a utilização de ferramentas (Hadoop, Spark, Bancos de Dados NoSQLBanco de Dados Relacionais - BDR e Data Warehouses) que possibilitam a coleta de informações, a aplicação de algoritmos, o cruzamento de dados não estruturados, entre outras tarefas.

“O cientista deve ser uma pessoa curiosa, capaz de fazer as perguntas certas e encontrar o melhor caminho na busca das respostas. Falando de habilidades técnicas, deve ter conhecimento em estatística, machine learning, lógica de programação e banco de dados”, ressalta o especialista da Data Academy.

Somente assim, ele poderá extrair da tecnologia e dos dados gerados o melhor que eles podem oferecer à indústria na prática, extraindo informações estratégicas e influenciando a organização como um todo.

Você já conhecia a importância do “cientista de dados” para a indústria metalmecânica? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e confira outras informações sobre o assunto. 

 

Serviço mobile aproxima chão de fábrica do conceito da Manufatura Avançada

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No radar da indústria brasileira há algum tempo, os benefícios proporcionados pelo conceito da Manufatura Avançada têm aberto espaço para o desenvolvimento de diversas tecnologias que preveem processos mais inteligentes e focados em produtividade, como é o caso da recém-lançada ferramenta de manutenção mobile desenvolvida pela TOTVS.

Acessada a partir de dispositivos móveis, como celulares e tablets, a ferramenta oferece os seguintes ganhos para o gestor da indústria:

  • Integração nativa com o ambiente de gestão no ERP;
  • Acesso seguro, exclusivo para usuários autorizados no sistema principal;
  • Redução dos custos e retrabalho com papel, já que as operações passam a ser eletrônicas e comunicadas online ao técnico responsável pelo serviço;
  • Mobilidade e agilidade no reporte das informações, especialmente em plantas fabris muito grandes ou mesmo separadas, superando as distâncias.

“A Manutenção de Ativos Mobile viabiliza a aplicação de alguns princípios da Manufatura Avançada, como, por exemplo, o uso da nuvem, a interoperabilidade, a descentralização e a orientação a serviços, além de poder ser utilizada em qualquer porte de empresa e nos mais variados layouts”, afirma Angela Gheller Telles, diretora dos Segmentos de Manufatura e Logística da TOTVS.

Na prática, funciona assim: as solicitações de manutenções corretivas, por exemplo, podem ser abertas em um tablet, diretamente da linha de produção, onde o problema foi identificado, permitindo, inclusive o envio de imagens anexas. A equipe de manutenção recebe a ordem de serviço e uma sugestão de lista de materiais frequentemente necessários, de acordo com o serviço que será realizado, facilitando, assim, a indicação dos itens e tornando a tarefa mais rápida. Dessa forma, quando a manutenção chega ao fim, todos os registros já estão prontos – o inverso de um modelo tradicional, em que o funcionário preenche os dados apenas no final do serviço.

Além disso, como a ferramenta é integrada ao software de gestão (ERP) da TOTVS, todos os dados imputados são, automaticamente, absorvidos pelo sistema, que movimenta o estoque das peças utilizadas, computa as horas dos funcionários e registra todo o processo de forma organizada e segura. O módulo mobile também permite a execução das manutenções preventivas, agendadas previamente.

“Trata-se de uma ferramenta fácil de utilizar. Na prática, são necessárias, apenas, pequenas configurações no ambiente do ERP para implementá-la. Além disso, a TOTVS possui canais de atendimento que presta assistência ao usuário e ao time de TI da empresa na implementação da solução”, ressalta Angela.

Para os clientes que já utilizam as soluções de Manutenção de Ativos da TOTVS, não há custo adicional para uso da solução, que pode ser utilizada de imediato por qualquer usuário autorizado.

Quer saber mais sobre ferramentas que ajudam a modernizar o chão de fábrica da sua indústria? Continue acessando o nosso canal de conteúdo e até a próxima. 

 

Você sabe atrair investimentos para a sua indústria? Aporte financeiro é fundamental para quem busca a “volta por cima”

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Diante dos reflexos de uma persistente crise financeira, atrair investidores para a indústria parece uma missão quase impossível para a maioria dos gestores indústrias. A boa notícia, no entanto, é que a economia é cíclica, e o Brasil já começa a dar sinais de recuperação, tornando mais viável a busca por investimentos, sobretudo quando feita com planejamento e dedicação.

Cabe ao empresário, portanto, tentar deixar sua indústria mais atrativa, em termos de geração de recursos e de perspectiva de futuro, a partir da reestruturação de seus projetos de gestão e de um trabalho de melhoria contínuo. “O gestor deve buscar produzir de maneira diferente e com um custo menor, tentando atuar em outros mercados e mostrando ao investidor sua predisposição em ‘dar a volta por cima’ e gerar bom lucro, mesmo em tempos de crise”, ressalta Mauricio Colombari, sócio da PwC Brasil.

Além disso, precisa, também, ter consciência ao fazer investimentos seletivos em áreas específicas da empresa, como, por exemplo, na tecnologia, se modernizando rumo à Manufatura Avançada, e no capital humano, valorizando os profissionais que trabalham na companhia e criando novos produtos que atendam às necessidades não só de seus consumidores, mas também do novo momento da economia, já que ter um planejamento de gestão, com metas bem definidas e objetivos compatíveis com o momento econômico atual, também é fundamental para atrair investimento.

Em geral, as empresas precisam mostrar que têm um produto promissor. “Elas acabam se destacando quando, em um cenário de crise, se reinventam e se sobressaem. Além disso, ter um bom nível de governança, ou pelo menos, uma boa noção da gestão do negócio ajuda a atrair investidores”, afirma Thiago Brehmer, sócio da consultoria Grant Thornton.

E se o investidor externo for muito importante para o andamento do negócio, além de fazer um mapeamento buscando quem no mercado internacional pode se interessar em investir, também é possível encontrá-los em meetups – competições de planos de negócios – e até conversando com amigos e conhecidos, fazendo o famoso networking.

Coaching para equipe de vendas ajuda a melhorar desempenho da indústria; entenda

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As últimas projeções da economia apontam para o início de um novo ciclo para a indústria brasileira. Por isso, olhar com mais atenção para os processos internos, como o desempenho das equipes de venda, por exemplo, através da adoção de um serviço de coaching, é fundamental para aproveitar de forma mais efetiva a onda de crescimento pós-crise que está por vir .

No âmbito industrial, as vendas acontecem indo a campo, além de envolverem um número grande de pessoas, com objetivos diferentes, o que exige do vendedor não só uma fundamentação técnica, mas, sobretudo, uma capacidade de se moldar ao mercado e de entender as necessidades de cada parte envolvida em um processo de venda.

“A grande preocupação está relacionada, agora, ao entendimento de como os clientes percebem suas próprias necessidades e de como imaginam resolvê-las, já que eles possuem mais opções de escolha e sabem tanto sobre o produto/serviço que está sendo vendido quanto o vendedor”, explica José Aquino é consultor e treinador do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas).

E é exatamente neste contexto que o coaching se torna fundamental para que os vendedores profissionais desenvolvam as oito grandes competências da alta performance: disciplina, comunicação, criatividade, capacidade investigativa, adaptabilidade, empatia, networking e tenacidade comercial. Cada pessoa tem, por característica, algumas dessas competências mais desenvolvidas do que outras, no entanto, é importante que cada uma conheça os próprios pontos fortes e os fracos para atingir melhores resultados.

Passar por um bom processo de coaching em vendas permite que o profissional desenvolva sua capacidade de ser um verdadeiro consultor, compreendendo o que cada pessoa necessita e valoriza. “O coaching vai olhar os objetivos da equipe de vendas na indústria, em termos de números e de comportamento, identificando falhas e analisando as competências individuais de cada vendedor para, então, traçar um plano de desenvolvimento técnico e comportamental”, resume o especialista.

Além disso, vai acompanhar o profissional de vendas no dia a dia para direcioná-los no seu trabalho de vendas na indústria em um processo que dura cerca de três meses. “Isso porque o nosso cérebro precisa de 20 dias para absorver uma coisa nova e de 60 a 70 dias para ‘ficar no automático’”, afirma José Aquino.

Quer saber mais sobre a atuação do coaching no âmbito industrial? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e fique por dentro de outras informações sobre este assunto.