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Articles from 2015 In December


Dólar alto deve ampliar exportação e faturamento de autopeças em 2016

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Na contramão do recuo de 25% na venda de carros novos, o mercado de usados mostrou estabilidade no acumulado dos 11 meses de 2015, ao crescer 0,2% em relação ao mesmo período de 2014, de acordo com estudo do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotivos). Embora essa pudesse ser a grande chance de o setor de autopeças correr contra a crise econômica, a oportunidade veio com o dólar. A alta da moeda norte-americana motivou a exportação e a compra de peças fabricadas no Brasil no ano passado e deve segurar esse cenário em 2016.

As vendas de autopeças não acompanharam o movimento dos usados devido à falta de confiança na economia e no governo, o que faz com que consumidores adiem a manutenção de seus veículos. “Por isso, o câmbio foi a fagulha necessária para as indústrias brasileiras voltarem a serem competitivas. Muitas ampliaram exportações e investiram em reposição. Empresas que fizeram a lição de casa vão sobreviver a 2016”, avalia Paulo Butori, presidente do Sindipeças. Ainda nessa toada, outro sinal positivo sentido pelo setor foi o aumento da nacionalização de peças por parte das montadoras.

A alta da moeda norte-americana motivou a exportação e a compra de peças fabricadas no Brasil no ano passado e deve segurar esse cenário em 2016

Apesar da indicação de um ano com características similares a 2015, o presidente da Anfape (Associação Nacional de Fabricantes de Autopeças), Arnaldo Monteiro, recomenda uma profunda análise interna das empresas para, então, ajustar eventuais áreas ou projetos, no sentido de se prepararem para os próximos tempos. Dentre as sugestões do especialista, estão a exploração de novos mercados e as reduções de custo, além da adoção de estratégias para melhorar a produtividade.

“Em momentos de crise sempre aparecem oportunidades, como empresas que saem do mercado ou que simplesmente param de fornecer determinados produtos por entenderem que estão tendo prejuízo, como ocorre com as importações com o dólar no preço que está”, afirma Monteiro.

A dolorosa

Mesmo um pouco distantes das notícias da crise econômica brasileira, os indicadores do setor de autopeças projetam números que não são totalmente positivos a partir de agora. “O faturamento nominal deve crescer 2%, chegando a R$ 64,2 bilhões. Porém, considerando o valor real, com desconto da inflação, devemos diminuir 4% sobre quedas acumuladas desde 2014”, analisa Butori. Reflexo disso, cerca de 55 mil postos de trabalho deverão ser fechados.

http://feimec.com.br/infografico-18-passos-para-comecar-a-exportar

FEIMEC 2016 traz as últimas novidades dos âncoras da indústria; acompanhe

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Participar de uma feira de negócios é, sem dúvida, uma oportunidade para buscar no mercado, novos parceiros, trocar conhecimento, conhecer as últimas inovações da indústria e realizar bons negócios. A FEIMEC (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), também conhecida como a feira oficial do setor, é a oportunidade para realizar tudo isso e já está com inscrições abertas.

Profissionais que desejam visitar o evento, a ser realizado entre os dias 3 e 7 de maio, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, já podem garantir suas inscrições pela Internet. Pensando na comodidade do público visitante, a FEIMEC oferece a possibilidade de imprimir sua própria credencial, agilizando sua entrada na feira. Basta acessar o link e preencher os dados solicitados.

Entre os destaques da edição, vale ressaltar a programação focada em conhecimento e conteúdo com o objetivo de melhorar a atualização e qualificação profissional. Algumas atrações foram especificamente pensadas para incentivar o aumento da rede de relacionamento dos visitantes.

Nesta edição, vale destacar ainda a presença de marcas conhecidas do setor, tais como: ROMI, MITUTOYO, FESTO, GROB e WEG, entre dezenas de outras. “Sem dúvida, será a possibilidade de participar ativamente do desenvolvimento da indústria por meio do contato direto com a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e com outras 30 entidades setoriais que, juntas, defendem a expansão e o crescimento do setor”, acredita a Liliane Bortoluci, diretora da FEIMEC.

Quem pode visitar a FEIMEC?

Podem visitar a FEIMEC profissionais ligados a empresas, entidades de classe e autônomos do setor mecânico, nas mais diversas áreas de atuação - Administração, Engenharia, Ferramentaria, Instrumentação, Laboratório, Logística, Manutenção, Marketing, Operações, Representação Comercial, entre outros. Orientadores de Universidades e Escolas Técnicas podem cadastrar os alunos que farão a visita com seu acompanhamento.

A entrada é gratuita e restrita aos profissionais com idade acima de 16 anos. Alunos de escolas técnicas entre 14 e 16 anos só terão acesso ao pavilhão acompanhados pelo professor ou coordenador que fez o credenciamento pela Internet.

Serviço

FEIMEC - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

www.feimec.com.br

De 3 a 7 de maio de 2016

No São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Iniciativa: ABIMAQ

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio oficial: Romi

São Paulo Expo Exhibition e Convention Center

http://feimec.com.br/e-book---guia-pratico-para-driblar-a-crise

Existe fórmula da produtividade: veja 4 técnicas com foco em eficiência

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Em meio ao momento de ajuste fiscal e retração econômica, a indústria nacional precisa arriscar alternativas para não repetir a produtividade registrada entre 2002 e 2012, década em que taxa média anual foi de 0,6%, a menor da comparação feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) com outros 11 países concorrentes.

Emperrada por esse cenário está a ampliação da competitividade, analisa Milton Augusto Galvão Zen, coordenador da pós-graduação em Gestão da Manutenção e Ativos da FEI. “Quando não há investimentos perde-se a capacidade de alcançar um nível de produtividade suficiente para que haja ganhos substanciais.” Acompanhe quatro métodos para aumentar a escala produtiva de maneira imediata.

5S - organização estrutural de ambientes

Desenvolvida no Japão, a técnica 5S é baseada em uma rotina de utilização, ordem, limpeza, padronização e disciplina que contribui para melhoria do ambiente de trabalho, incentivo à criatividade, redução de custos, eliminação de desperdício e desenvolvimento do trabalho em equipe. Simples, o programa pede a figura de um gestor próprio para ser implantado, elaborar plano diretor e treinar líderes. Além disso, todas as etapas devem ser avaliadas para verificar se tudo está sendo cumprido e onde existem falhas.

MPT - máxima eficiência produtiva

A Manutenção da Produtividade Total mira o ganho direto de produtividade ao buscar a eliminação de quebra de equipamentos, problemas de qualidade, perdas de produtividade relacionadas ao uso dos equipamentos e desperdícios. Para isso, o método japonês precisa de um ambiente no qual todos os funcionários sintam-se responsáveis pelas máquinas e extraiam deles o melhor desempenho. Três dados são usados para medir a eficiência: rendimento do equipamento, tempo para reparo e tempo entre falhas.

Kaizen - implementação contínua de melhoria

A prática oriental promete redução de custos e aumento da produtividade sem grandes investimentos, a partir da melhora contínua no desenvolvimento das atividades coletivas. Todos, do gerente ao operário, devem periodicamente identificar os desperdícios e eliminá-los do dia a dia da indústria.

NBR ISO 55000 - gestão de ativos

Técnica de implementação de sistema de gestão que envolva toda a empresa em busca de redução e eliminação de desperdícios ampliando a integração empresarial em todas as áreas com vistas ao uso mais adequado e apropriado de seus ativos físicos.

Bônus: três dicas de ouro para o chão de fábrica

Para quebrar o círculo vicioso da queda do investimento gerado pela redução da confiança do empresário, aproveite as três dicas elaboradas pelo Programa Indústria+Produtiva, um piloto da CNI, do Senai e do IEL implantado em indústrias de médio porte do setor metalomecânico no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Ceará. "É possível ter ganhos expressivos de maneira rápida e barata. O aumento da produtividade é uma necessidade", afirma João Emílio Gonçalves, gerente-executivo de Política Industrial da CNI.

1- Organize a bancada e a disposição dos materiais por ordem de uso, assim os funcionários poupam tempo e reduzem a movimentação.

2- Abra espaço apenas para o que é necessário para a produção durante um determinado período.

3- Pré-estabeleça padrões à fabricação com a previsão de ferramentas e peças para ajudar a poupar tempo e evitar retrabalho.

http://feimec.com.br/e-book---guia-pratico-para-driblar-a-crise

Após registrar ano de queda, exportação pode crescer até 20% em 2016

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As exportações de US$ 8,030 bilhões, em 2015, do setor de máquinas e equipamentos refletem queda de 16,2% comparado ao ano anterior, aponta o relatório Indicadores Conjunturais da Indústria Brasileira de Bens de Capital Mecânicos de 2015 realizado pela ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos). Por outro lado, começa ser desenhada uma inversão na curva de vendas externas com o crescimento de 29,1% em novembro e 14,1% em dezembro passados. Aliás, o último mês de 2015 foi especialmente positivo, pois todos os setores apresentam alta, exceto o de máquinas para infraestrutura.

“Com o câmbio na casa dos R$ 4, voltamos a competir lá fora. Porém, é preciso ficar atento, pois a demanda mundial tem reduzido investimentos. Além disso, bens e capital não são vendidos sem financiamento e o Brasil não tem esse recurso para oferecer de modo que a exportação seja competitiva”, afirma Mário Bernardini, assessor econômico da presidência da ABIMAQ. Dadas as condições econômicas e políticas apropriadas, ele acredita que o setor cresça entre 15% e 20% no mercado externo.

As exportações para a América Latina ganharam participação (41,6%) quando comparadas com 2014, porém mais em função da queda da Europa (18,7%) do que pelo seu próprio crescimento. Ainda de acordo com o relatório, para os Estados Unidos, manteve-se a trajetória crescente (18,2%) justificada pela retomada da atividade industrial.

http://feimec.com.br/infografico-18-passos-para-comecar-a-exportar