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Pequenas e médias indústrias brasileiras no contexto da quarta revolução industrial: é tudo ou nada?

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Há algum tempo ouço que nossa mão de obra tem baixa produtividade e que ela é um obstáculo para a inovação na indústria brasileira. Também tem sido comum escutar que as pequenas e médias indústrias não tem capital para investir na tão sonhada quarta revolução industrial. Já ouvi um colega da indústria dizendo que necessitava implementar a “Indústria 4.0” na sua empresa, mas quando perguntei a ele o que isso significa ele não soube me responder. Para que o Brasil entre de vez na quarta revolução industrial precisamos jogar esse “tudo ou nada”? Conversei com os profissionais que ocupam cargos de destaque na indústria e com grandes pesquisadores internacionais e eles me deram a sua opinião sobre o tema.

Desde que comecei a trabalhar com os temas relacionados a Indústria 4.0, sempre me perguntei o que seria feito pelas pequenas e médias indústrias e se elas tinham que possuir todas aquelas tecnologias que chamamos de disruptivas (IoT, Big Data, Robótica, manufatura aditiva etc.) para estarem inseridas no contexto atual. Recentemente, Fabiano Lourenço (vice-presidente da Mitsubishi Electric no Brasil) me disse que apesar de termos grandes players do setor automobilístico, farmacêutico, de alimentos e bebidas com alto nível de maturidade digital em seus processos, ainda temos outros segmentos que precisam entender duas coisas: 1) o conceito de indústria 4.0 e 2) suas próprias necessidades. Na minha opinião ele foi cirúrgico nas duas afirmações. Lembra do meu amigo descrito no primeiro parágrafo? Em outras palavras, não necessito de “tudo”, apenas o que faz sentido para mim. Ainda segundo ele, é bem possível que o médio e pequeno empresário descubra que um conjunto de melhorias ligadas a automação sejam suficientes para o resultado esperado, sem que se necessite da completa digitalização.

No sentido do que foi afirmado, posso dar como exemplo um sistema Pick To Light, que pode proporcionar com poucos recursos e baixo investimento (um CLP, uma IHM e um conjunto de luzes) um sistema que dará informações de produtividade dos funcionários e capabilidade do processo. E o que os pesquisadores dos países como Japão, Alemanha e Brasil pensam a respeito deste assunto? Eles corroboram com a opinião do Fabiano? Em conversa que tive com o Prof. Dr. Ari Aharari da Sojo University (Kumamoto – Japão) ele me afirmou que as partes mais importantes da quarta revolução industrial, são como conectar as máquinas existentes e como instalar sensores nelas para obter dados do processo. Para isso poderiam ser utilizados equipamentos de baixo custo como o Arduino e o Raspberry, apostando em um segundo passo que seria desenvolver softwares para rodar estes dispositivos, antes de gastos mais dispendiosos com as tecnologias que são protagonistas.

Agora vamos para o local onde o termo Indústria 4.0 nasceu, a Alemanha. Em conversa com o professor Dr. Claudius Terkowsky da Technische Universität Dortmund (Dortmund – Alemanha), ele me afirmou que ‘tudo ou nada’ nunca parece uma boa opção e que a indústria 4.0 é uma direção, um vetor que devemos seguir. Surpreendentemente, em pesquisa realizada na Alemanha, foi constatado que as pequenas empresas (comuns) ainda carecem de digitalização e que ainda podem fazer bons negócios sem apostar tudo nela. Existe a necessidade de minimizar danos ambientais a zero e esta revolução pode abrir oportunidades se for inteligente (e não fingir ser inteligente).

Para fechar o meu raciocínio, procurei o Prof. Mauro Andreassa (Professor do Centro Universitário do Instituto Mauá de tecnologia), que trabalhou mais de 20 anos na Ford e o Prof. Dr. José Benedito Sacomano (Professor e pesquisador da Universidade Paulista – UNIP). Na opinião do primeiro, temos que dar a dose certa do remédio, devemos fornecer as pequenas e médias empresas aquilo que as manterá competitivas globalmente, ou seja, fazer aquilo que realmente elas precisam. Já o Dr. Sacomano me afirmou que a indústria 4.0 é um paradigma para ganhos intensos de produtividade e competitividade, então a empresa brasileira que estabelecer estratégias neste sentido estará alinhada estrategicamente com ela. Para ele não existem incentivos governamentais ou uma política industrial para habilitar estas empresas nas dimensões da cultura técnica e cultura organizacional. Então para mim a resposta é simples, pensar simples e de forma objetiva, desenvolvendo e utilizando tecnologias para inserir estas empresas na digitalização, não esquecendo do meio ambiente.

Deu para perceber que todos estes profissionais estão empenhados em auxiliar estas empresas rumo a digitalização e que poderão contar conosco para atingir os seus objetivos. Em nossa próxima coluna falaremos da manufatura aditiva, um dos pilares desta revolução e que está ajudando a remodelar a produção.

Soft skills para profissionais da indústria 4.0

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Impactado pela 4ª Revolução Industrial, o mercado de trabalho vem passando por significativas mudanças. Prova disso são as exigências indiretas por habilidades comportamentais (conhecidas como soft skills para profissionais da indústria 4.0) que rapidamente começam a ganhar os holofotes do setor.

Essa foi, inclusive, a projeção de um estudo “The future of jobs”, realizada em 2016 pelo Fórum Econômico Mundial.

Essa projeção indicava que, no ano de 2020, algumas seriam as habilidades que os trabalhadores precisariam adquirir para mudar e se enquadrar a um padrão mais comportamental, principalmente em virtude da avalanche de novos produtos, tecnologias e formas de trabalhar.

Saiba mais sobre as principais habilidades comportamentais e entenda por que as soft skills para profissionais da indústria 4.0 são cada dia mais importantes diante de tantos avanços tecnológicos.

Principais soft skills para profissionais da indústria 4.0

A Quarta Revolução Industrial, que inclui desenvolvimento em campos anteriormente desconexos, como inteligência artificial e aprendizado de máquina, robótica, nanotecnologia e impressão 3-D, causará uma verdadeira ruptura, não apenas nos modelos de negócios, mas, também, nos mercados de trabalho.

Assim, o desenvolvimento de habilidades comportamentais – as chamadas soft skills – tende a se tornar tão importante quanto a qualificação técnica e mais tradicional de profissionais da indústria, como explica Gabriel Sowmy, CCO da Npw Digital:

“Os Soft Skills são profissionais que possuem um conjunto de diferentes habilidades, traços de personalidades e atributos que muitas vezes são necessários para o sucesso em uma função específica, caso de alguns processos da indústria”.

Alguns são os exemplos de soft skills para profissionais da indústria 4.0, tais como: comunicação, adaptabilidade, criatividade, resolução de problemas complexos, liderança, pensamento crítico entre outros.

Mas, segundo o estudo do Fórum Econômico Mundial, três delas ganham maior importância no atual contexto:

  • Resolução de problemas complexos;
  • Pensamento crítico;
  • Criatividade.

Resolução de problemas complexos

Além de exigir a habilidade de solucionar problemas corriqueiros, essa skill faz relação à capacidade de o profissional enxergar problemas, ponderar diferentes perspectivas, avaliar detalhes, mobilizar recursos e tomar decisões de forma mais segura para encontrar respostas para problemas complexos.

“Este profissional costuma focar sempre na solução para poder resolver problemas mais complexos, buscando sempre criar possibilidades através de um olhar diferente para o desafio apresentado”, complementa o COO da Npw Digital.

Assim, para desenvolver a habilidade para melhor resolução de problemas, há a necessidade de priorizar algumas ações, como:

  • Focar na solução e não no problema;
  • Definir claramente qual o problema;
  • Simplificar as coisas e listar o máximo de soluções possíveis;
  • Tentar mudar sua abordagem e olhar as coisas de uma nova maneira;
  • Usar uma linguagem que cria possibilidades

Pensamento crítico

Você é um profissional que consegue avaliar as alternativas, prós e contras, riscos e oportunidades das situações do dia a dia?

Então, pode comemorar, pois o pensamento crítico é uma das principais soft skills para profissionais da indústria 4.0 procuradas hoje em dia.

O pensamento crítico mais avançado é uma das soft skills essenciais dentro do ambiente industrial.

“Esses profissionais procuram usar seu conhecimento, experiência e pensamentos para tomar a melhor decisão possível. Essa habilidade também inclui aprender com suas experiências anteriores para melhorar a si mesmo, evitar erros e fazer melhores escolhas no futuro”, explica Gabriel Sowmy.

Dessa forma, algumas ações podem ser realizadas para desenvolver o pensamento crítico, como:

  • Pensar em melhorias;
  • Analisar falhas e erros;
  • Considerar prós e contras;
  • Usar Mapas Mentais;
  • Considerar o risco e a recompensa;
  • Pensar em novas ideias

Processo criativo

Engana-se quem pensa que apenas para funções artísticas que a criatividade é uma skill necessária. Com a evolução da tecnologia alinhada à indústria 4.0, o processo criativo ganha uma importância significativa para profissionais do setor.

Sowmy explica que o pensamento criativo é uma habilidade que permite que qualquer profissional considere as coisas de uma nova perspectiva e ângulos diferentes. “A criatividade é um processo de pensamento inventivo que resulta em conclusões surpreendentes e novas maneiras de fazer as coisas”, diz.

Sendo uma soft skill, a criatividade pode ser estimulada e desenvolvida. Para conquistar essa habilidade comportamental de pensamento criativo, é preciso adotar um brainstorming ou pensamento lateral para gerar novas ideias.

Segundo o COO da Npw Digital, a criatividade apoia a inovação e melhora a produtividade dentro de uma empresa, e ajuda, também, a encontrar o sucesso no fracasso, encorajando a solução dos problemas.

“Os empregadores das indústrias querem pensadores criativos porque isso beneficia seus resultados financeiros”, comenta.

Por fim, empresas que estimulam o desenvolvimento de soft skills para profissionais da indústria 4.0, ou seja, que exercem a criatividade, a resolução de problemas complexos e dão prioridade ao processo criativo, são aquelas que tendem ter mais crescimento de suas receitas.

Entrevista com o Executivo: como a Siemens está usando conteúdo para acelerar a transformação digital

A evolução do marketing na indústria caminha em conjunto com as estratégias de conteúdo digital. Ganhar a confiança do público e ajudar na construção do conhecimento são parte desse processo e, cada vez mais, empresas se tornam protagonistas desse momento de transformação.

A Siemens – gigante da tecnologia no mercado B2B, nas áreas de saúde, energia e indústria – é um dos exemplos de como os grandes players do setor podem ajudar a promover o desenvolvimento de toda a cadeia através de conteúdo de alto valor.

A empresa lançou em novembro a série de podcasts “Acelerando a Transformação Digital”, focada em desmistificar as fases dessa transformação e em auxiliar a indústria nesse movimento em direção ao futuro.

Para falar um pouco sobre esse projeto, entrevistamos Ariane Lopez, Head de comunicação da Siemens. Confira!

A Voz da Indústria: Como surgiu esse projeto de podcast e qual o objetivo desse conteúdo? 

Ariane Lopez: Esse podcast foi desenvolvido em parceria com a nossa agência de relações públicas, a Impress. Ele é um programa feito em 6 episódios que reúne executivos da Siemens e especialistas do mercado justamente para falarmos sobre os impactos dessa revolução digital no futuro das cidades, dos negócios e dos mercados, e como isso impacta também as indústrias do País. Então nosso principal objetivo nesse momento é aproveitar essa nova mídia para falar um pouco mais sobre as soluções da Siemens, que estão fazendo a diferença tanto na atuação de clientes e parceiros da indústria como também do dia a dia das pessoas e das cidades

AVdI: Qual o impacto da revolução digital para o futuro das cidades, mercado de energia e indústrias do país? E o impacto disso para a sociedade?

AL: O impacto disso é grande, porque não temos dúvidas de que o futuro da sociedade, dos mercados, das indústrias, etc., está sendo muito pautado pela digitalização. E quando eu falo digitalização, é nas mais diversas áreas da Siemens. A empresa tem sido líder nessas soluções inteligentes, voltadas para a área da indústria e também para as cidades, que temos chamado de cidades inteligentes. Eu observo a Siemens representando, e realizando, um papel muito importante do que estamos chamando de revolução digital. Independente da área, o futuro vai ser pautado pelo uso de dados, então o que que é preciso é ter tecnologia e expertise para aproveitar todas essas informações da melhor forma possível, porque não basta ter os dados: é preciso saber como utilizá-los, como fazer uma leitura analítica desses dados. Com esse conhecimento, vamos poder gerar maior flexibilidade e produtividade para indústrias e, se a gente pensar no mercado de energia, vamos ter mais eficiência e redução dos custos. O resultado disso tudo é proporcionar um bem-estar e uma melhoria na qualidade de vida das pessoas,  principalmente nos grandes centros urbanos, que são os locais que concentram a maior quantidade de pessoas.

AVdI: Como foram definidos os temas e convidados para esses primeiros 6 episódios?

AL: Não foi um processo simples, porque eram muitos temas interessantes, clientes que tem projetos também interessantíssimos e relevantes, então precisamos adotar alguns critérios. Os temas foram definidos de acordo com os destaques das áreas de atuação da Siemens, que chamamos internamente de Digital Industries e Smart Infrastructure, que nada mais é do que a parte de indústria digital e a infraestrutura inteligente. O que fizemos foi selecionar os projetos verificando quais eram as soluções e produtos mais inovadores da companhia no mercado. Buscamos entender que partes dessa transformação digital seriama interessantes para o ouvinte entender o que a gente está passando atualmente, porque mesmo sendo uma empresa B2B, o que fazemos na Siemens afeta a vida das pessoas indiretamente. Todos os nossos produtos e soluções passam por indústrias, por produtos, por soluções, que vão, eventualmente, ajudar a melhorar a vida das pessoas. Quando começamos a definir esses temas, resolvemos convidar os maiores especialistas da Siemens em cada assunto e incluir também uma opinião de fora, convidando representantes das empresas parceiras nos projetos, porque é importante também saber a opinião do mercado, não apenas de dentro da empresa. Alguns dos temas que a gente selecionou de acordo com essa importância para os nossos ouvintes foram por exemplo o 5G e as oportunidades que essa tecnologia vai proporcionar para o mercado, e as soluções para prédios inteligentes, ou seja, as tecnologias que deixam os prédios e edifícios mais eficientes e mais sustentáveis - o que é imprescindível agora . Um do projetos citados nos episódios é o Aguaduna,  um projeto pioneiro que a gente está fazendo sobre cidades inteligentes, em parceria com outro grupo espanhol. É uma cidade que vai ser construída no litoral norte da Bahia, na cidade de Entre Rios, e ela terá todos os aspectos de sustentabilidade que tornam uma cidade inteligente. 

podcast siemens a voz da industria

AVdI: Para quem esse podcast é direcionado e onde ele pode ser ouvido?

AL: O conteúdo é para o público em geral. Claro que a gente tem um segmento específico, que é o de clientes da empresa, representantes de órgãos públicos e entidades que lidam diretamente com as soluções e produtos da Siemens, mas também pensamos em um formato para que pessoas mais leigas, que não entendam tantos termos técnicos e não estejam em contato com esses projetos mas que tenham interesse e curiosidade de saber mais sobre essas novas tecnologias, também pudessem ouvir esse conteúdo. Porque essas "novas tecnologias" e soluções inteligentes já estão aí e muita gente quer entender como isso vai influenciar a vida delas e não somente o mercado, mas também como que ele está afetando a evolução das cidades. Então nosso podcast segue esse tom mais informal, justamente para gente que tinha esse interesse mas não tem tanto conhecimento específico da área. Os episódios podem ser ouvidos nas principais plataformas de streaming de áudio, mas ele também está no nosso website. 

AVdI: Qual é o papel desse conteúdo na transformação digital das indústrias brasileiras?

AL: Todo esse conteúdo de transformação digital eu diria que tem um papel fundamental nessa transformação das indústrias brasileiras. Porque se a gente pegar algumas informações por exemplo no índice global de inovação (IGI), organizado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, o Brasil (apesar de ser uma das 10 maiores economias do mundo) ocupa a posição de número 62 no ranking. Isso mostra o quanto é importante divulgarmos para o mercado brasileiro todos os benefícios que essas novas tecnologias podem oferecer, e o podcast "Acelerando a Transformação Digital" foi lançado pensando nisso, com o objetivo de tornar o tema mais público, para as pessoas entenderem do que isso e se trata e qual o papel delas nessa revolução digital. A ideia é ajudar o público a entender quais são as consequências que toda essa tecnologia, toda essa digitalização, terão sobre a vida das pessoas, mostrando como essas soluções são capazes de revolucionar o nosso entorno, de tornar o nosso mercado mas inovador e, consequentemente, tornar o Brasil um país mais competitivo globalmente. 

Ouça o podcast Acelerando a Transformação Digital: 

Episódio 1 - Indústria na nuvem

Em um mundo onde a conectividade, a inteligência artificial e o uso de dados virou lugar comum, a indústria busca soluções para suas novas tecnologias, adequando seus processos às oportunidades que a transformação digital traz para todos os setores na sociedade. Neste episódio, vamos apresentar o MindSphere, solução da Siemens para que diversas indústrias conectem o mundo físico ao digital, gerando dados essenciais para o seu negócio, e trazer discussões sobre o impacto econômico e social para a indústria com essa digitalização.

Episódio 2 - De olho nos dados

Verdadeiras fábricas de dados, os data center são hoje essenciais para que a sociedade troque informações em tempo real, 24 horas por dia. Mas para que essas estruturas funcionem sem falhas, a energia é essencial. Para garantir o funcionamento constante e seguro dos data centers é preciso um gerenciamento seguro, flexível e sustentável de energia. Neste episódio, vamos conversar sobre a importância dos data centers e as soluções da Siemens para que eles façam seu trabalho de forma segura e ágil, contando com soluções que tornam o gerenciamento de energia confiável. 

Episódio 3 - A cidade do futuro

A cena é quase sempre a mesma nos filmes: cidades superlotadas e com recursos escassos são o palco para diversas obras que retratam o futuro da humanidade. Para que nunca cheguemos nessa situação, as cidades começam a repensar a forma com que lidam com temas essenciais para o dia a dia dos seus habitantes, como mobilidade, habitação e sustentabilidade, buscando um futuro muito melhor do que o da ficção. Entram em cena as cidades inteligentes, que utilizam a inovação, tecnologia e conectividade em benefício dos seus cidadãos e visitantes. Os exemplos são muitos ao redor do mundo mas, no Brasil, um município é pioneiro no assunto: Entre Rios, no litoral norte da Bahia. Neste episódio você vai conhecer o projeto Aguaduna, parceria da Siemens com a espanhola Naurigas Empreendimentos, que transformará a região de Entre Rios com a construção de uma cidade inteligente. 

Episódio 4 - O 5G e a Indústria

Um dos principais gargalos da industria, a conectividade com ampla cobertura e mobilidade vai passar por uma verdadeira revolução com a chegada do 5G. Com ela, a indústria nacional contará com uma rede segura, rápida e sem latência para complementar as redes WiFi industriais e vai facilitar a aplicação da Internet das Coisas em fábricas e plantas dos mais diversos setores da economia como agricultura, mineração e infraestrutura. Com o 5G vai ser possível cobrir grandes áreas e permitir que muitas ‘coisas’ se conectem simultaneamente para mandar informações. Mas quais os principais gargalos que essa nova rede vai resolver? E como ficam as frequências de rede para o usuário final e para a indústria? Qual o futuro do 5G no Brasil? Isso e muito mais nós conversaremos no mais novo episódio do Acelerando a Transformação Digital, o podcast da Siemens. Sejam muito bem-vindos, obrigada pela audiência e não esqueçam de conversar conosco sobre esse e outros episódios nas redes sociais.

Episódio 5 - O seu prédio te conhece

Se o mundo já exigia eficiência energética e segurança das milhares de infraestruturas das cidades, a pandemia do novo Coronavírus trouxe desafios ainda maiores para a indústria e os prédios comerciais. E agora, que a vida começa a ser retomada após a quarentena, soluções que aliam dados e inteligência são essenciais para garantir o conforto e a segurança das pessoas. Neste novo episódio do Acelerando a Transformação Digital, o podcast da Siemens sobre as tendências para cidades e a indústria 4.0, nós vamos falar sobre os smart buildings, ou prédios inteligentes na tradução para o português: infraestruturas com soluções inteligentes que facilitam o gerenciamento de recursos e que, agora, se veem desafiados a garantir também a saúde das pessoas. 

Episódio 6 - Controle remoto

Digitalizar plantas e usar os dados e a tecnologia a seu favor é uma das soluções encontradas pelas empresas de energia não só para distribuir e produzir energia com mais eficiência e segurança, mas também para atrair investimentos. E, em um país com as dimensões continentais do Brasil, faz diferença poder não apenas corrigir falhas, mas gerir a forma como o país consome energia de forma remota. Mas como esse controle remoto funciona? Quais os desafios e oportunidades que ele traz para as empresas de energia? E como ela muda a própria energia como produto, transformando-a em investimento? No episódio de hoje do Acelerando a Transformação Digital, o podcast da Siemens, vamos falar sobre as soluções da empresa para quem quer gerenciar a energia de uma infraestrutura de forma remota.