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Modernização da indústria de máquinas e equipamentos leva tecnologia ao agronegócio

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Tão importante quanto os números positivos correspondentes à venda interna de máquinas e implementos agrícolas, o investimento interno em tecnologia pode potencializar o crescimento do agronegócio brasileiro ao ampliar a produção do maquinário nacionalreduzir gradativamente a dependência do Brasil em relação aos equipamentos importados e abrir espaço para a inovação. Afinal, embora a produção do maquinário nacional tenha aumentado nos últimos anos, ainda há possibilidade de expansão.

E para esse incremento na produção acontecer, o uso de tratores, grades, plantadeiras, cultivadores, pulverizadores de barra, colheitadeiras, entre outros recursos, é essencial.

Todas as tecnologias aplicadas na produção desses materiais vêm avançando nos últimos tempos, mas a indústria agropecuária brasileira e a indústria nacional de máquinas e equipamentos precisam se modernizar a todo o momento para aproximarem o Brasil da Agricultura 4.0, conceito que visa aumentar a capacidade de produção por meio da digitalização.

O futuro do setor agropecuário prevê a agricultura de precisão e máquinas com sistema informatizado, mesmo caminho que vemos a indústria tomar com a Manufatura Avançada. Essas novas máquinas e implementos utilizam computadores de bordo, GPS, além de sistemas de controle automáticos de estabilidade, posicionamento junto ao solo e quantidade de aplicação de insumos.

Os maquinários modernos precisam cada vez menos de operadores que auxiliem na tomada de decisão e, consequentemente, evitam o desperdício, pois reduzem as chances de erro humano. Não à toa, estamos prestes a ver tratores autônomos no campo, coordenados à distância e com possibilidade de trabalhar 24 horas por dia.

Ao optar por modernizar-se, o setor agropecuário terá um incremento significativo na produção e, para que não haja um impacto negativo no mercado de trabalho, como ressalta a coordenadora de Engenharia de Alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, Eliana Paula Ribeiro, será preciso investir na produção interna de máquinas e implementos agrícolas. “Com a produção interna de equipamentos a todo vapor, haverá maior geração de empregos, agregação de valor e aumento da riqueza e da inovação”, esclarece.

Quer seguir atualizado sobre as novidades no setor de máquinas e implementos agrícolas? Continue acompanhando nosso canal de conteúdo e até a próxima. 

Em alta, produção de máquinas e implementos agrícolas tem capacidade de expansão

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De acordo com informações da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), as vendas internas de máquinas agrícolas atingiram 2.786 unidades em janeiro deste ano. O número representa um aumento de 74, 9% em comparação ao mesmo período de 2016. Não à toa, as previsões para o setor são positivas, mesmo em tempo de crise econômica e política.

A boa fase ainda é reflexo dos incentivos realizados pelo Governo Federal no setor, que possibilitaram um crescimento de 79% na produção nacional de máquinas e equipamentos agropecuários, entre os anos de 2002 e 2014. O Rio Grande do Sul é o maior produtor nacional desse tipo de maquinário, tanto que a quantidade de empregos formais gerados para a fabricação desse recursos passou de 14.630 para 30.426, entre 2006 e 2013.

Produção: o que está bom pode ficar melhor

Mas, mesmo com o número elevado, ainda há espaço para expansão se novos investimentos forem feitos, conforme analisa a coordenadora de Engenharia de Alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, Eliana Paula Ribeiro.

“Atualmente, importamos muitos equipamentos, mas precisamos investir para produzir equipamentos nacionais. Só vamos ficar independentes em termos de tecnologia se houver um maior investimento nesta área”, enfatiza.

Maquinário para todas as etapas de produção agrícola

Na região Sul do país, há três aglomerações produtivas de máquinas e de implementos agrícolas: pré-colheita (equipamento próprio para a preparação do solo, plantação e cultivo agrícola, semeadeiras, pulverizadores e implementos), colheita (colheitadeira) e pós-colheita (equipamento para recebimento, beneficiamento e armazenamento de grãos).

Todas essas máquinas e implementos agrícolas são essenciais para a manutenção do Brasil entre os maiores produtores agrícolas do mundo, por isso, investir na produção de máquinas e equipamentos nacionais é fundamental para o crescimento cada vez maior do setor.

Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e fique por dentro de outros assuntos relacionados à produção de máquinas e equipamentos para o setor industrial brasileiro. 

Crie um plano de capacitação sobre Manufatura Avançada seguindo 4 passos

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A capacitação de uma equipe na indústria metalmecânica é fundamental para as empresas que buscam criar uma vantagem competitiva frente aos seus concorrentes. De olho nisso, o Senai fez uma projeção sobre a capacitação profissional para o setor industrial até 2020. O estudo constatou que, no período citado, o Brasil terá de qualificar 13 milhões de trabalhadores de diferentes níveis de formação.

A publicação segmentada por áreas de atuação mostra o setor metalmecânico em terceiro lugar, com 1,7 milhão de pessoas que precisarão passar por treinamento, atrás da construção civil e de meio ambiente e produção.

Nesse número, não estão inclusos apenas profissionais que estão ingressando no mercado de trabalho, mas também aqueles que precisam passar por requalificação em virtude de inovações como a Manufatura Avançada, que já se tornou uma realidade na indústria brasileira.

Diante das mudanças proporcionadas pelo avanço tecnológico, muitos empresários se perguntam como criar um plano de capacitação para melhorar os resultados da indústria e auxiliar o setor a atingir o tão sonhado nível da Indústria 4.0 de forma mais natural possível.

“O perfil do profissional desse setor será alterado inevitavelmente, uma vez que o operador, acostumado a executar atividades repetitivas ou trabalhar com grandes máquinas, cheias de botões, deverá exercer atividades que exijam alta qualificação, principalmente de cunho inovador e tecnológico”, afirma Patricia Zuccari, consultora do Sebrae- SP.

Confira, portanto, algumas dicas para criar um plano de capacitação profissional para preparar sua indústria para o futuro e, também, melhorar os seus resultados atuais.

1. Identificar a necessidade

O primeiro passo para criar um plano de capacitação profissional é saber qual é o objetivo dele. Como nesse caso, a proposta da formação é preparar a indústria para a Manufatura Avançada, contar com pessoal capacitado para esse novo modelo fará com que a empresa conquiste melhores resultados e tenha maior agilidade durante a transição.

“Além disso, a indústria transmitirá uma imagem de que se preocupa com a manutenção dos postos de trabalho de seus colaboradores”, ressalta a especialista.

Para auxiliar na identificação de qual aspecto se deve focar durante o treinamento, podem ser feitas avaliações de desempenho, relatório do serviço de atendimento ao cliente (SAC), pesquisa de clima e entrevista de desligamento, por exemplo.

2. Programar a capacitação

Depois de identificados os pontos que devem ser abordados na capacitação profissional, o segundo passo é fazer uma programação para que a formação saia do papel. Nessa hora, deve-se considerar quem será capacitado, o conteúdo que será abordado e como será o formato desse processo (o local onde ele será realizado e quem irá ministrá-lo).

Tratando-se de um treinamento voltado à Indústria 4.0, o gestor poderá buscar parcerias com empresas públicas ou privadas, ou mesmo com centros de inovação e tecnologia.

“Um modelo aplicado nos Estados Unidos é a North American Advanced Manufacturing Research & Education Initiative, que é a união de cerca de 60 parceiros, entre organizações, instituições de ensino e governo, cujo objetivo é desenvolver e recrutar talentos para a Manufatura Avançada”, ressalta a especialista.

Já o conteúdo com o foco no avanço tecnológico deve contemplar conhecimentos na área de tecnologia e sistema da informação, nanotecnologia, automação, robótica, eletrônica, mecatrônica, programas de modelagem 3D e qualidade.

3. Executar a capacitação

Passado o planejamento, é hora de realizar a capacitação, seja ela dentro ou fora da empresa. “Nesse momento, o colaborador deve se sentir parte do processo e ser comunicado sobre qual competência a indústria deseja que ele desenvolva e por quê”, destaca.

Durante a capacitação, também é possível avaliar os perfis que estão integrados à Indústria 2.0 ou 3.0  e conseguirão se adaptar ao novo momento da empresa. O profissional, para trabalhar dentro do modelo da Manufatura Avançada, precisa ter um perfil multidisciplinar, conhecer um pouco de tudo e ser um verdadeiro especialista dentro de sua área de atuação.

4. Avaliar os resultados

Depois da fase de capacitação, chega o momento de colocar em prática os conhecimentos adquiridos. Para isso, há algumas metodologias muito eficazes, como, por exemplo, a avaliação de reação dos participantes do processo. Há, também, a avaliação de aprendizagem, que pode ser constatada mediante uma prova escrita ou oral - o modelo irá depender da escolha da própria indústria.

Outro ponto importante que ajuda na avaliação dos resultados é a análise comportamental, que só poderá ser percebida meses após a capacitação profissional, tendo em vista que ela demonstra se houve uma mudança de atitude do colaborador no período pós-capacitação.

A análise tem como objetivo descobrir se problemas elencados no momento em que se planejou a formação de determinado profissional foram resolvidos. Em geral, se busca, depois de um treinamento, uma redução de custos, aumento da produtividade e melhora do desempenho.

Quer saber mais sobre como capacitar os profissionais da sua indústria? Continue acompanhando nosso canal de conteúdo e mantenha-se informado sobre o conceito da Manufatura Avançada.  

EXPOMAFE: uma feira inovadora

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A EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial - foi realizada de 09 a 13 de maio, no Pavilhão SÃO PAULO EXPO, e deixa uma marca gravada na história das feiras e exposições industriais no Brasil, com estratégias e realizações inéditas, num momento em que o país aponta o início de um novo ciclo de crescimento da sua economia.

Um conjunto de atividades, atrações, além de dois Estandes Âncoras, possibilitou comercializar toda a área disponível para venda no pavilhão, atraindo as principais empresas de máquinas-ferramenta, equipamentos, acessórios e sistemas integrados de manufatura, como:

  • Demonstrador de uma Célula Flexível de Manufatura Avançada no conceito da Indústria 4.0;
  • Estande Temático para demonstrar a importância das máquinas-ferramenta na indústria de manufatura;
  • Diversos seminários voltados para as modernas tecnologias;
  • Arena Técnica para a apresentação de palestras pelos expositores;
  • Projeto Comprador com Rodadas de Negócios para empresários estrangeiros e Projeto Imagem para cobertura do evento por jornalistas de três países, ambos com apoio da APEX.

Graças a um projeto avançado, com base no Marketing Digital, foi possível receber um número bastante expressivo de visitantes, com qualidade. Um site muito bem estruturado, contendo o Canal de Conteúdo “A Voz da Indústria”, foi decisivo para convencer o visitante para estar presente na mais importante Feira de Máquinas-Ferramenta da América Latina. Além de inéditos Programas com transmissão ao vivo, criados e apresentados pela equipe da Organizadora do evento, como os “Webinars” - Seminários pela Internet - e uma série de entrevistas com expositores, palestrantes, colaboradores e visitantes ilustres.

Após ter participado, como expositor, durante mais de 40 anos de Feiras e Exposições industriais no Brasil, sinto-me a vontade para dizer que a EXPOMAFE superou qualquer expectativa. De uma forma geral, visitantes e expositores deixaram expresso um alto grau de satisfação, com diversos negócios fechados durante o evento e um forte desejo de investir em futuro próximo.

A evolução tecnológica é inexorável e a sua aplicação na manufatura é a garantia do progresso industrial, sendo a EXPOMAFE a principal vitrine de máquinas, equipamentos e processos de fabricação, para qualquer necessidade e com o que há de mais avançado no mundo.

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Medidor de força com opção de software em touch screen é apresentado na EXPOMAFE

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Vitrine para a apresentação de novas tendências do segmento da indústria metalmecânica de máquinas, ferramentas e bens de consumo,a EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial que termina neste sábado, 13 de maio, foi palco para o lançamento de uma nova solução de metrologia: o Medidor de Força L1.

Diferentemente dos modelos convencionais , o novo medidor de força possui estrutura rígida e opção de software em touch screen de fácil manuseio, que utiliza o ambiente Windows como interface, além de ter capacidade de até 2,5 kN (250kgf), deslocamento de até 760 mm e uma equipe completa para suporte técnico. Lançamento especial da Starret para a EXPOMAFE, novidade promete facilitar o dia a dia no chão de fábrica.

“A indústria está retomando as vendas de bens de consumo, duráveis e semiduráveis, e isso obriga as empresas a serem mais competitivas, ajustando seus processos de produção e com a busca constante na melhoria de seus produtos”, analisa Sérgio  Cristofoletti, gerente de produto e pós-vendas de metrologia da Starrett.

EXPOMAFE apresenta primeiro sistema de visão totalmente personalizável para a indústria

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O Sistema de visão tornou-se ferramenta essencial nos processos produtivos da indústria na tarefa de inspecionar as linhas de produção com alta precisão, velocidade, repetibilidade e consistência.  Diante disso, a EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial que termina hoje, 13 de maio, no São Paulo Expo, está apresentando o primeiro sistema de visão totalmente personalizável do mercado, que representa um avanço de desempenho, flexibilidade e facilidade de integração.

Chamado de sistema de visão In-Sight 7000, o lançamento executa inspeções rápidas e precisas que acompanham o ritmo crescente de velocidade da linha de produção, enquanto seu formato compacto se encaixa facilmente em espaços limitados. Seu design exclusivo e modular também oferece mais de 400 configurações diferentes de campo, assim como a sua iluminação modular e ótica minimiza a necessidade de iluminação externa e permite ao usuário configurar o sistema conforme suas necessidades exclusivas.

“O grande diferencial está no fato de o gestor ter a possibilidade de usar várias opções de lentes e de iluminação através de um único sistema de visão, sem precisar investir em acessórios externos complementares, reduzindo, assim, os custos operacionais. Dessa forma, ele consegue usar uma iluminação azul ou infravermelha para inspecionar uma peça quando precisar, pois está tudo integrado”, explica Edgard Almeida, gerente de vendas da Cognex.

Destaque da EXPOMAFE, novo robô manipula peças em 1/3 de segundo

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O segmento de robótica está sendo bem representado na EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial que termina hoje, 13 de maio, no São Paulo Expo.  Entre as novidades apresentadas pelas 10 marcas presentes no evento, uma delas se destaca como uma boa oportunidade para as indústrias de manipulação e peças pequenas, principalmente.

Exposto pela primeira vez no Brasil, o robô IRB 910SC, da linha SCARA, fabricada pela multinacional suíço-sueca ABB, chama atenção por ser rápido, econômico e preciso. Isso porque foi projetado para atender uma grande variedade de aplicações que requerem movimentos ponto a ponto rápidos e repetitivos, tais como manuseio, carga/descarga de máquinas, paletização, despaletização e montagem de componentes. “Ele consegue trabalhar em três turnos, 24 horas por dia, sem parar. Além disso, é ideal para a manipulação de peças pequenas e a montagem de equipamentos eletrônicos, sendo bastante utilizado pela indústria de alimentos”, ressalta Daniel de Faria Diniz, gerente de desenvolvimento da ABB.

O novo integrante do portfólio de robôs pequenos da companhia também possui carga útil máxima de 6kg e está disponível em três composições diferentes. Todas elas apresentam design compacto, diferentes comprimentos de braço articulado e alcance individuais de 450 mm, 550 mm e 650 mm, além de proteção contra poeira e líquidos. “Ele é de altíssima velocidade e precisão. Consegue fazer cada ciclo de manipulação (tirar uma peça de um ponto e colocá-la em outro) em 1/3 de segundo. Mas o robô é de baixo custo para a indústria, pois é um modelo de construção simples. Além disso, ao utilizá-lo, você dispensa a utilização de outros robôs devido à sua extrema rapidez”, afirma. O IRB 910SC é um dos robôs mais vendidos do mundo, importado para o Brasil, mas a instalação na indústria e a manutenção são nacionais.

Novo conceito de segurança para a indústria reduz custos com sensores integrados

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Em meio à popularização da Manufatura Avançada, muitas indústrias têm investido na integração de diversas tecnologias para automatizar seus processos produtivos com qualidade e eficiência. E como toda inovação nesse sentido é bem-vinda, a EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial apresentou o lançamento de um novo conceito de segurança para o setor industrial: a linha Safety, composta por um conjunto de sistemas que ajudam a reduzir o risco de acidentes no chão de fábrica e podem ser facilmente integrados ao controle de cada equipamento já instalado.

Todos os sistemas contam com um módulo safety I/O, que é a primeira solução de segurança integrada por IO-Link do mercado (protocolo de comunicação de dados aberto, capaz de comunicar sensores, atuadores e outros componentes preparados para o padrão). “Com isso, conseguimos jogar todo o controle de segurança para uma única rede, dispensando o uso de tecnologias ultrapassadas, equipamentos e cabeamentos que eram necessários antes da chegada da nossa solução, diminuindo, assim, os custos operacionais das indústrias e proporcionando uma segurança mais moderna e eficiente”, ressalta Caio César Oliveira, analista de produtos da Balluff Brasil.

A linha promove, ainda, o registro seguro dos sinais, cortinas de luz de segurança, chave de segurança com dispositivos de travamento e bloqueio e botão de emergência em carcaça compacta, com conector pronto para ser instalado.

Nova tecnologia de corte a plasma pode reduzir pela metade custos operacionais

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O corte a plasma vem ganhando cada vez mais importância na indústria brasileira não só por atender às mais variadas necessidades, com a sua ampla faixa de espessuras e tipos de materiais, mas também por aumentar a produtividade, entregar qualidade e reduzir custos operacionais. Diante disso, novas tecnologias incorporadas à técnica vêm surgindo no mercado para otimizar a forma de cortar materiais. Um bom exemplo disso é a plataforma de plasma X-Definition, novidade que está disponível pela primeira vez em um sistema de 300 amperes, denominado XPR300.

Lançada oficialmente na EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial que acontece até amanhã, dia 13 de maio, no São Paulo Expo, a novidade promete reduzir pela metade os custos operacionais, além de possibilitar a realização de perfurações mais profundas e aprimorar a qualidade do corte em aço-carbono, aço inox e alumínio. Tudo isso graças as recursos Cool Nozzle e Arc Response Technology – este último responsável por proteger os consumíveis de erros comuns à atividade. Afinal, ao reduzir o impacto dos erros, os consumíveis XPR podem durar até três vezes mais do que as gerações mais antigas.

O plasma X-Definition  também aumenta a velocidade do corte e utiliza a energia de forma mais eficiente. “Se antes era possível cortar mil peças por dia, agora, com a nova tecnologia, eu consigo fazer 1.200, 1.300 peças no mesmo período de tempo e consumindo menos energia, já que a plataforma possui componentes mais eficientes que demandam menos eletricidade”, explica Eduardo Alves, gerente de serviço técnico da Hypertherm, que também destaca a facilidade de manuseio do sistema. “É como se você estivesse operando um tablet”, conclui.

Guias lineares até 20% mais leves do que as convencionais são destaque na EXPOMAFE

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Usadas nas mais diversas aplicações da indústria, as guias lineares ganharam espaço no chão de fábrica por permitirem que equipamentos e métodos de produção passassem a funcionar com mais qualidade e efetividade. Além disso, foram otimizadas ao longo dos anos para oferecer outros importantes benefícios e tornar a cadeia produtiva da indústria de máquinas e ferramentas ainda melhor.

Na EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial -, realizada até amanhã, dia 13 de maio, no São Paulo Expo,  estão sendo apresentadas guias lineares da série PU/PE  até 20% mais leves do que as convencionais. Isso porque parte do patin dos modelos é feita de resina, apresentando baixo atrito e menor ruído, além de uma estrutura projetada para evitar a geração de poeira.

Outras características que as guias apresentam são movimento mais suave, baixa emissão de particulados metálicos provenientes da movimentação linear e resistência à corrosão devido ao uso de aço martensítico inoxidável. Elas também apresentam um tamanho menor, que pode variar de 7 mm a 15 mm de largura de trilho.

“De maneira geral, nossas guias podem ser usadas em qualquer ocasião, exceto quando se trabalha com temperatura altura porque a gente colocou plástico no lugar do metal. Apesar disso, elas são muito apropriadas, sobretudo, para locais limpos, onde há um cuidado maior em relação à contaminação, como a indústria farmacêutica e médica, por exemplo”, explica Renan Masiero Cruz, engenheiro da NSK Brasil.