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Inteligência Artificial na indústria e manutenção preditiva

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Descubra como a Inteligência Artificial na indústria melhora a manutenção preditiva de fábricas

Você sabe qual é o impacto da Inteligência Artificial na indústria? O advento da Indústria 4.0 propõe às empresas a utilização da tecnologia para o acesso e a gestão de quantidades cada vez maiores e mais confiáveis de dados da sua produção, o que apresenta oportunidades para aplicação de serviços industriais mais eficientes.

Um dos ramos mais promissores para sua aplicação é a manutenção preditiva, que se baseia na utilização de dados recebidos da fábrica para evitar falhas na produção.

Neste artigo, veremos como a Inteligência Artificial na indústria pode atuar na manutenção preditiva das fábricas e a importância de realizar este tipo de processo. Confira!

A Inteligência Artificial na indústria e a melhora do desempenho

As ferramentas tecnológicas desenvolvidas para indústrias têm o objetivo de auxiliar no levantamento e gerenciamento dos dados de todos os setores da produção, integrando os departamentos da empresa. Com base nisso, as informações recebidas podem ser utilizadas para fundamentar decisões e apresentar sugestões de ações e intervenções aos gestores – gerando resultados melhores do que com o uso dos dados crus.

Mauro Spinola, professor e consultor da Fundação Vanzolini em projetos de avaliação e melhoria de processos de sistemas em empresas industriais e de serviços, explica. “A Indústria 4.0 busca maior eficiência gerencial, por meio da integração entre dados coletados diretamente pelos sistemas CPS e os sistemas corporativos. Apoia, desta forma, a tomada de decisão com maior agilidade e precisão, com base em análises preditivas (além das informações de tempo real), baseadas em grande massa de dados, que fortalece a tomada de decisão”.

Por que implantar o modelo de manutenção preditiva em fábricas é vantajoso?

O modelo de manutenção preditiva visa o acompanhamento periódico do funcionamento das máquinas, equipamentos e peças de uma fábrica, no intuito de detectar as falhas antes que elas ocorram e prevenir interrupções na linha de produção.

Essas análises ajudam a aproveitar a vida útil dos equipamentos industriais, pois indicam as reais condições de seu funcionamento e detectam possíveis deteriorações de peças e componentes – garantindo a confiabilidade e disponibilidade dos serviços.

A manutenção preditiva pode ser considerada a opção mais viável e segura, e apresenta diversas vantagens para uma indústria:

  1. Agilidade e otimização no processo de produção;
  2. Redução nos custos com manutenções corretivas;
  3. Eliminação do processo de desmontagem das máquinas para inspeções;
  4. Diminuição da quantidade de danos;
  5. Aumento da vida útil dos equipamentos;
  6. Redução na perda de recursos com falhas na linha de produção.

A Inteligência Artificial na indústria e a manutenção preditiva de fábricas

A manutenção preditiva precisa de dados confiáveis e da correta gestão destes para atingir seu objetivo de evitar possíveis falhas e reduzir os custos da empresa com ações corretivas.

Para isso, a utilização de equipamentos de alta tecnologia auxilia no processo de levantamento de informações válidas e realização de um diagnóstico preciso, enquanto os serviços de armazenamento de dados e conectividade entre ferramentas e equipamentos permite não apenas que as informações cheguem aos gestores de forma organizada, mas também que o sistema tome decisões por conta própria – tudo em tempo real.

Os softwares voltados à manutenção preditiva já existem e buscam apresentar funcionalidades que facilitem a gestão dos dados recolhidos automaticamente pelas máquinas - o que se relaciona diretamente com a Inteligência Artificial na indústria.

Por exemplo, eles podem ser capazes de cruzar os dados recebidos dos sensores das máquinas da fábrica com outras informações presentes na nuvem, oferecendo soluções fundamentadas aos gestores, calcular as perdas de recursos e produtos que uma peça defeituosa está causando na produção e comparar esta perda ao custo que a empresa teria em substituí-la por uma nova, sugerindo a opção mais rentável para a empresa.

O professor Fábio Lima, do departamento de Engenharia de Produção da FEI, explica as perspectivas deste funcionamento. “A precisão na tomada de decisão depende da análise dos dados e dos algoritmos de Inteligência Artificial que estão sendo utilizados para tanto. O fato é que, diferentemente do que acontece na maioria das indústrias hoje, na Indústria 4.0 todos os dados da empresa estarão disponíveis para acesso em tempo real. A partir desse ponto, devemos nos preocupar com a extração de informações úteis desses dados para que, efetivamente, se alcance a precisão nas tomadas de decisão esperada para a Indústria 4.0”.

Você já tinha noção da importância da Inteligência Artificial na indústria e seu impacto na manutenção preditiva de fábricas? Deixe o seu comentário e até a próxima. 

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*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Tecnologias 4.0 de baixo custo para a sua indústria; conheça

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Atualmente, existem diversas tecnologias 4.0 de baixo custo que podem ser implantadas na indústria e contribuir significativamente para o seu desenvolvimento.

“Hoje, a internet está em tudo, por isso dizemos que vivemos na Era da Internet Industrial. Esse conceito une máquinas inteligentes, análise computacional avançada e trabalho colaborativo entre pessoas conectadas, para gerar profundas mudanças e trazer eficiência operacional para setores industriais diversos, como manufatura, transporte, energia e saúde”, explica Alexandre Watanabe, especialista em Indústria 4.0 da Fundação CERTI - - Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras.

Com os recursos tecnológicos mais em conta, é possível modificar e aprimorar os processos de produção, para que tudo fique interligado, sendo possível, inclusive, analisar e aprimorar os dados cada vez mais.

A seguir, veja algumas tecnologias 4.0 de baixo custo que podem ser implementadas em qualquer tipo de empresa.

1. Sensores Inteligentes

Os sensores inteligentes podem ser vistos como pilares fundamentais das modernas fábricas inteligentes. Eles permitem que os meios de produção automatizados, baseados em sensores, possam se configurar, controlar, gerenciar e otimizar, o que automatiza todo o processo industrial.

Com isso, é possível adquirir dados precisos e confiáveis para garantir que todo o processo esteja ocorrendo da maneira como foi planejado.

2. Internet das Coisas

Um dos recursos de baixo custo para as indústrias que buscam diferenciação é a Internet das Coisas. Ela tem como objetivo inserir conexão à internet em objetos comuns do chão de fábrica e, ao mesmo tempo, interligar todos os maquinários que compõem um parque industrial, reconfigurando por completo suas funções e  permitindo aos gestores enxergarem de forma antecipada o mínimo sinal de perda de produtividade ou falhas nos processos operacionais.

Ou seja, “essa é uma forma de utilizar a tecnologia para aprimorar os processos de uma indústria, interligando toda a cadeia produtiva, para que seja possível ter dados sobre ela e fazer com que tudo fique automatizado, melhorando o processo de tomada de decisão”, resume o especialista.

3. Cloud Computing

Na Manufatura Avançada, a comunicação entre as máquinas pode ser potencializada, o que é com as aplicações do Cloud Computing (Computação em Nuvem). Isso porque, além de ficarem interligados entre si, os dados podem ser armazenados e compartilhados na nuvem, sendo acessados de qualquer lugar do mundo, otimizando recursos, reduzindo custos e gerando maior eficiência operacional.

4. Tecnologia Big Data

Big Data é um termo que descreve o grande volume de dados, tanto estruturais quanto não-estruturados. Atualmente, eles impactam a forma como as empresas trabalham diariamente, porém, vale a pena ressaltar que não é a quantidade de dados disponíveis que importa, mas, sim, o que as organizações fazem com eles.

Por isso, os dados do Big Data podem ser analisados para obter insights que levem a decisões melhores e ações estratégicas de negócio.

Ou seja, a indústria passa a gerar dados importantes, que poderão ser usados para melhorar significativamente todos os processos produtivos. Com eles, o gestor pode obter informações de várias fontes e analisá-las para encontrar respostas que permitem reduzir custos, economizar tempo, desenvolver novos produtos, otimizar ofertas e tomar decisões mais inteligentes.

Você já conhecia os benefícios das tecnologias 4.0 de baixo custo para as indústrias? Compartilhe a sua experiência conosco no campo de comentários abaixo e continue acompanhando nosso canal de conteúdo.  

 

 

Humanos e robôs: como funcionará o time híbrido da Indústria 4.0?

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As inovações tecnológicas vêm transformando o modo de produção e gestão na Indústria 4.0, aumentando sua eficiência e produtividade. Os robôs colaborativos, também conhecidos como Cobots, são cada vez mais utilizados para alcançar esse propósito e aumentar o desempenho produtivo.

Diferentemente de outros robôs industriais, que ficam em áreas restritas, estes são desenvolvidos para trabalhar com seus correspondentes humanos, com técnicas de segurança que eliminam a necessidade de barreiras entre os trabalhadores e o robô. Assim, os robôs têm uma ampla gama de possibilidades para sua aplicação dentro da indústria, podendo trazer diversos benefícios para a empresa.

Confira, a seguir, como os robôs colaborativos vêm sendo inseridos na Indústria 4.0 e quais as suas vantagens.

Quais as inovações apresentadas pelos robôs colaborativos?

As tecnologias empregadas na construção dos robôs colaborativos apresentam soluções revolucionárias, trazendo benefícios como o aumento da segurança nas interações diretas com os trabalhadores, banindo a necessidade de utilização de aparatos de segurança e permitindo que as máquinas trabalhem em ambientes humanos sem a instalação de sensores ou trilhos externos.

Segundo Fernando Osório, professor da Universidade de São Paulo (USP) - campus  São Carlos, "os robôs colaborativos conseguem detectar quando tocam em algo, não há o risco de machucarem o trabalhador. Daí vem o lado colaborativo. Esses benefícios refletem na diminuição do custo e da complexidade de instalação, tornando a opção um investimento viável e econômico para aumentar a eficiência e produtividade da empresa."

Esse pensamento é reafirmado por José Rizzo Hahn Filho, presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII). "A tecnologia colaborativa trouxe mais facilidade de instalação, consequentemente menor custo, além de ocupar um menor espaço nas fábricas".


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Como será montado um time híbrido na Indústria 4.0?

A utilização de robôs colaborativos permite que as tarefas repetitivas e fisicamente exigentes sejam efetuadas por máquinas, enquanto cabe aos humanos a realização de trabalhos que exigem maior discernimento - criando uma divisão de tarefas voltadas para o aumento da produtividade dentro da Indústria 4.0.

Além disso, os robôs também são capazes de realizar tarefas complexas e perigosas, como as que envolvem exposição a agentes de insalubridade ou perigo de acidentes, resguardando os trabalhadores humanos de gerir estas atividades, sem riscos à saúde.

Por que é vantajoso ter um time híbrido no chão de fábrica?

Delegar funções aos robôs possibilita que eles auxiliem os humanos a realizarem suas tarefas de forma mais rápida e eficiente, além de permitir que se concentrem na realização de atividades mais específicas. Dessa forma, as empresas reduzem seus custos com mão de obra e aumentam sua produtividade, além de diminuir o tamanho necessário para as linhas de produção e montagem.

Outra vantagem é que os robôs colaborativos são completamente adaptados à Internet das Coisas Industrial, ou Industrial Internet of Things (IIoT). Isso permite que estejam constantemente conectados ao sistema industrial para auxiliar na coleta de dados da sua ocupação e manter a comunicação com os gestores e com as outras máquinas de seu processo de produção.

Em quais aplicações industriais a utilização de robôs colaborativos será mais útil?

Os robôs são extremamente versáteis e podem ser utilizados para diversas funções. Uma de suas características é a facilidade de programação, sendo que os modelos visam a possibilidade de aprender movimentos humanos e repeti-los. Assim, eles podem realizar desde tarefas simples - como apertar parafusos, lixar superfícies ou selar embalagens, até funções mais complexas, auxiliando os trabalhadores em atividades complicadas.

A sua aplicação deve ser avaliada por cada empresa, de acordo com a necessidade de sua estrutura e modelo de negócios, de forma a otimizar ao máximo a utilização destas ferramentas em sua indústria.

Você já conhecia o funcionamento de um time híbrido com humanos e robôs colaborativos na Indústria 4.0? Como enxerga a aplicação dessa tecnologia na sua empresa? Deixe o seu comentário e até a próxima. 

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*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Internet Industrial: o que é e como pode mudar sua empresa?

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A implantação da Internet Industrial pode levar o seu negócio para um novo patamar: com ela é possível aumentar a produtividade da indústria em 30%, tornando-se crucial para num mercado de alta competitividade.

A Internet Industrial faz parte da 4ª Revolução Industrial, a chamada Indústria 4.0, e, ao lado de tecnologias como o Big Data, Internet das Coisas (IoT) e cloud computing, permite reduzir custos e tornar a produção mais automatizada e autônoma.

Continue a leitura do nosso artigo e entenda o que é a Internet Industrial e quais os benefícios que ela pode trazer para o seu negócio.

O que é Internet Industrial?

Antes de entender o conceito, é preciso relembrar a Internet das Coisas (IoT). Esse é um termo usado para definir o conjunto de tecnologia e serviços que permite interconectar dispositivos, computadores e objetos inteligentes por meio da internet.

A Internet Industrial, dessa forma, é mais uma das possíveis aplicações da Internet das Coisas.  O termo foi criado pela General Electric (GE) para definir o próximo momento após a revolução industrial, em que máquinas e fábricas passaram a produzir em escala.

"A Internet Industrial une pessoas, máquinas inteligentes e análise computacional avançada, visando forte aumento da eficiência operacional, empregos mais qualificados e melhor qualidade de vida em diversos segmentos", complementa Alex Kuhnen, especialista em Tecnologia e Mestre em Produção.

Internet Industrial na prática

Em uma fábrica inteligente, ou seja, em que a Indústria 4.0 está atuante, a Internet Industrial permite coletar e armazenar dados sobre a produção e compartilhá-los com outras máquinas.

As informações também são recebidas, em tempo real, pela gestão da empresa e pelo setor de manutenção. Assim, é possível tomar decisões com agilidade, identificar e corrigir falhas e, inclusive, realizar manutenções preditivas para reduzir custos com intervalos ou pausas não programadas.

"A Internet Industrial busca gerar e entregar informações em tempo real, permitindo uma tomada de decisão mais rápida e assertiva. Máquinas, equipamentos e softwares cada vez mais inteligentes e intuitivos permitem que as pessoas explorem novos modelos de negócio criando, a partir disso, inúmeras oportunidades", complementa Kuhnen.

Benefícios da Internet Industrial para o seu negócio

A Internet Industrial gera inúmeros benefícios para as empresas que a utilizam. Com ela, é possível aumentar e melhorar a coleta de dados e informações, tornando os setores mais conectados e, ao mesmo tempo, mais independentes.

A partir da análise e a troca desses dados, tomar decisões mais efetivas e tornar toda a indústria mais eficiente fica mais simples. Assim, o tempo de tarefas é reduzido, é possível economizar com manutenções, ter mais assertividade em processos operacionais e, inclusive, aumentar a segurança no trabalho.

O resultado é uma redução de custos significativa e o aumento da competitividade da empresa, que podem levar a uma margem de lucro muito maior.

Internet Industrial no Brasil

Toda a implantação da Indústria 4.0 ainda tem muito a percorrer no Brasil, e os processos, infelizmente, são mais burocráticos e custosos.

"O Brasil ainda necessita ter um entendimento mais aprofundado sobre a Internet Industrial e, principalmente, sobre os ganhos previstos a partir do seu uso. Em pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), apenas 29% das empresas afirmaram conhecer sobre o tema. Nesse sentido, se torna muito importante que as empresas busquem mais informações sobre a Internet Industrial, o que é possível por meio da ABII, de cursos e eventos como a FEIMEC e EXPOMAFE, por exemplo", recomenda Kuhnen.

Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Compartilhe conosco nos comentários para que possamos discutir mais sobre a Internet Industrial e a Indústria 4.0 e até a próxima. 

*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Como a indústria 4.0 favorece o uso correto do Bloco K?

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Veja como a Indústria 4.0 permite levar o Bloco K muito além de uma mera obrigação fiscal

O Bloco K tem como objetivo diminuir a sonegação fiscal na indústria. No entanto, por ser um processo que era realizado de forma manual, ele passou a representar uma grande demanda de tempo e de dinheiro para muitas empresas - sem contar com as grandes chances de acontecerem erros durante a sua apuração.

Com o surgimento das tecnologias proporcionadas pela Indústria 4.0, no entanto, o Bloco K pode ser realizado de forma digital e totalmente integrado com o fluxo e o ritmo da produção.

Quer entender melhor sobre esse assunto tão importante? Acompanhe!

O que é Bloco K e quais as suas implicações para a indústria?

"O Bloco K é uma norma contábil e legal integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) do Governo Federal Brasileiro, que determina a forma de elaboração do registro e controle da produção e do estoque das empresas", explica o professor Eduardo Linzmayer, do curso de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia.

Ele permite o acesso do Governo aos detalhes do processo produtivo e a completa movimentação de cada item do estoque. Dessa forma, possibilita o cruzamento quantitativo dos saldos apurados eletronicamente com os informados pelas empresas em seus inventários.

Se não for respeitado ou realizado de maneira incorreta, a indústria pode ser autuada e multada do ponto de vista legal - com isso, há impedimentos e bloqueios de emissão de suas notas fiscais eletrônicas. "Gerencialmente, a indústria tem dificuldades para o monitoramento e atualização de sua movimentação de estoques junto ao sistema de produção", complementa o professor.

As dificuldades na realização do Bloco K

Anteriormente, o Bloco K era efetuado de forma manual. "Com a introdução do SPED Produtivo, ele passou a ser feito totalmente digital e eletrônico, acompanhando o fluxo e ritmo da produção", explica Linzmayer.

Ainda assim, a apuração dos dados pode representar um desafio para as indústrias, especialmente para aquelas que não contam com tecnologias que permitem integrar os dados de produção à transmissão das informações para a Receita Federal.

O Bloco K e a Indústria 4.0

Com as tecnologias da Indústria 4.0 e a implantação da chamada Fábrica Virtual, é possível tornar digital todo o processo de controle e movimentação de estoques.

"A Fábrica Virtual realiza simulações e criações de cenários que possam auxiliar nas decisões estratégicas e táticas de organização da produção. Esta medida pode aproximar os fornecedores de matérias-primas e insumos da empresa produtora, de forma eletrônica e digital, eliminando papéis e agilizando os pedidos e entregas. A medida que a empresa adota o SPED Produtivo e o Bloco K como instrumento de Gerenciamento da Produção e de seus Processos Produtivos, não encarando somente como obrigação legal, mas aproveitando esta exigência para aprimorar e diferenciar sua forma de gerenciamento da fabricação de seus produtos e de suas matérias-primas, tanto a própria empresa como seus fornecedores acabam se beneficiando com a introdução da Indústria 4.0". acrescenta o professor.

Dessa forma, o Bloco K deixa de ser apenas uma obrigação e se torna uma poderosa fonte de dados, que podem ser analisados e usados a favor da linha de produção, tornando toda a indústria mais produtiva, rápida e menos custosa.

E na sua indústria, como é feita a aplicação do Bloco K? Deixe seu comentário!

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*Este material é um publieditorial, sob responsabilidade de TOTVS

Por que investir em compartilhamento de conhecimento na indústria?

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O avanço proporcionado pela adesão da Manufatura Avançada (Indústria 4.0) está mudando não apenas o sistema operacional do setor industrial brasileiro, mas também alterando a visão dos negócios. Afinal, as fronteiras entre as empresas, que há décadas foram estabelecidas, estão desaparecendo por meio de times multiculturais que interagem e promovem o compartilhamento de conhecimento o tempo todo.

Confira mais detalhes a seguir:

Manufatura Avançada e compartilhamento de conhecimento

“Na Manufatura Avançada, é necessário pensar em ecossistema, ou seja, possibilitar que a informação permeie toda cadeia de valor, desde o cliente até a rede de parceiros e fornecedores. Esse efeito de ecossistema em si já traz a cultura de compartilhamento para a indústria. A empresa que aprender mais rápido a se integrar nesse ecossistema, certamente, conseguirá obter diferenciais competitivos no mercado”, explica Paulo Roberto dos Santos, sócio-diretor da ZorfaTec Consultoria em Inovação.

Cabe ressaltar, também, que o compartilhamento de conhecimento será constante no ambiente 4.0, tendo em vista que haverá cada vez mais uma construção conjunta de conhecimento, em função do trabalho como um todo acontecer de forma mais colaborativa. Isso também se deve ao fato de as demandas serem cada vez mais complexas e pela tecnologia aplicada, que é a grande facilitadora para que a informação seja disponibilizada muito rapidamente e, com isso, possa alcançar mais pessoas.

É importante destacar, inclusive, que, assim como já se vê a economia compartilhada nas áreas de hospedagem, transporte e tantos outros, na Manufatura Avançada é bastante comum que máquinas sejam compartilhadas – e este é um desafio das empresas que ainda não iniciaram seu processo de adaptação para esse mercado.

Portanto, a chamada quarta revolução industrial também é sinônimo de compartilhamento de informações e de trabalho colaborativo.

Benefícios do compartilhamento de conhecimento

As empresas que optam pelo compartilhamento de conhecimento podem perceber os primeiros benefícios no próprio time, tendo em vista que a comunicação passa a fluir de forma mais ágil e os trabalhos começam a ser desenvolvidos de forma mais colaborativa.

Além disso, o compartilhamento de conhecimento na cadeia de valor possibilita o desenvolvimento mais rápido de soluções inteligentes e eficazes, como aponta o sócio-diretor da ZorfaTec.

“Quando as informações são compartilhadas, os processos se tornam mais transparentes e, com isso, podem ser melhorados rapidamente, além de possibilitar decisões mais rápidas e assertivas para as indústrias.”

A sua empresa já entrou na área do compartilhamento de conhecimento? Conte para gente no campo de comentários abaixo e até a próxima. 

Indústria 4.0 torna a tomada de decisão mais precisa

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O maior desafio no processo de tomada de decisão é a disponibilidade de informações que fundamentam o entendimento dos problemas e baseiam a escolha de suas soluções. Todo gestor da indústria necessita de informações precisas e atualizadas para encontrar os melhores caminhos para a sua empresa.

O surgimento da Indústria 4.0 traz consigo a digitalização em grande escala da produção, o que permite que as empresas explorem seus dados de formas cada vez mais eficientes. Assim, este novo modelo de indústria possibilita que as empresas melhorem seus sistemas e processos de decisão, alavancando seus negócios.

A seguir, saiba como a Indústria 4.0 impacta positivamente na tomada de decisão. Confira.

Como a Indústria 4.0 facilita a tomada de decisão?

Um dos requisitos para uma fábrica se tornar 4.0 é a digitalização e a conectividade. "Teremos, dessa forma, uma grande quantidade de dados sendo gerada no ambiente industrial, que darão visibilidade aos processos industriais de tal maneira que gestores ou sistemas computacionais vão poder tomar decisões mais assertivas. Elas podem ser tomadas, por exemplo, por algoritmos de inteligência artificial. A precisão dependerá da análise dos dados e dos algoritmos utilizados para a tomada de decisão”, explica o professor Fábio Lima, do departamento de Engenharia de Produção da Fundação Educacional Inaciana (FEI).

Assim, a capacidade da Indústria 4.0 de aquisição e tratamento de dados de forma instantânea permite a tomada de decisões em tempo real. Com a utilização de sistemas como a Big Data e a Internet das Coisas, as máquinas não apenas recebem comandos e fornecem informações sobre seu ciclo de trabalho, mas também são capazes de oferecer possíveis soluções para os gestores e até mesmo tomar decisões de forma autônoma.


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Quais as vantagens para a sua empresa?

O advento destas tecnologias facilita a obtenção de dados seguros - tanto internos (de dentro da fábrica) quanto externos (de fora da fábrica). Isso permite que o processo de tomada de decisão se torne mais preciso e efetivo.

A velocidade com a qual estes sistemas agregam ao processo de análise de informação, fornecendo todas informações necessárias em tempo real, também possibilita que as melhores decisões de produção, custo e segurança sejam tomadas de forma mais rápida e sob demanda.

Como os profissionais devem se preparar para essas mudanças?

Os dados coletados pelos sistemas tecnológicos da Indústria 4.0 são de grande importância para a tomada de decisões, mas não geram informações de valor por si só. É necessário que estes sejam encaminhados a profissionais capazes de analisá-los e interpretá-los, transformando dados crus em decisões fundamentadas e que tragam benefícios para a empresa.

É necessário, portanto, considerar que as pessoas envolvidas nestes processos devem receber de treinamento e informações adequadas, de forma a utilizarem os dados da maneira correta e transformá-los em oportunidades de negócios, gerando valor para a empresa e aumentando a receita - enquanto evitam prejuízos e reduzem custos.

Desta forma, não importa apenas deter dados valiosos à disposição da empresa. É necessário que a gestão de pessoas se mantenha organizada e funcionando para que a empresa possa melhorar e evoluir.

“O fato é que, diferentemente do que acontece na maioria das indústrias hoje, na Indústria 4.0 todos os dados da empresa estarão disponíveis para acesso em tempo real. A partir desse ponto, deve-se preocupar com a extração de informações úteis desses dados para que, efetivamente, se alcance a precisão nas tomadas de decisão esperada para a Indústria 4.0“, conclui o professor Lima.

Você já conhecia a influência da Indústria 4.0 na tomada de decisão? Como enxerga essa mudança na sua empresa? Deixe o seu comentário e até a próxima. 

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Com realidade aumentada, indústria ganha eficiência de energia, recursos e mão de obra

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Considerada um dos pilares da Manufatura Avançada (Indústria 4.0), a realidade aumentada está empolgando empresários em busca de corte de custos e eficiência nos processos industriais. Segundo um estudo da empresa de software PTC, o mercado de realidade aumentada movimentou US$ 2 bilhões em 2017, o equivalente a R$ 3,5 bilhões. A estimativa para 2018 é US$ 7 bilhões, ou seja, R$ 25 bilhões. Para 2021, a projeção é de US$ 63 bilhões (R$ 222 bilhões).

Entre os setores que estão na vanguarda em relação ao uso da tecnologia, destaque para o setor industrial. Afinal, a realidade aumentada pode propiciar uma série de benefícios para as empresas, embora seja necessário entender que ela só faz sentido pleno quando compreendida dentro de um contexto maior, que envolve a Manufatura Avançada.

“Sozinha, esta tecnologia não ajuda em nada. É a sua junção com outros conceitos que vai fornecer a sua melhoria”, ressaltam Ari Nelson Costa e Antonio Carlos Dantas Cabral, professor de pós-graduação e coordenador do curso de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia, respectivamente.

Benefícios da realidade aumentada na indústria

A princípio, o que orienta a realidade aumentada são os sistemas de produção cyber-físicos (CPPS). É por meio deles que podem ser entendidos os seus benefícios.

No ambiente industrial, as técnicas de realidade aumentada podem ajudar as empresas no que diz respeito à eficiência energética, de recursos e de mão de obra, de modo que todos os arranjos sejam mais produtivos. Elas podem ser aplicadas, ainda, para acompanhar a temperatura de um determinado componente, ou a presença de alta tensão em um circuito, por exemplo, alertando os usuários sobre o risco de queimaduras ou choques elétricos.

Quando combinada com a Internet das Coisas, por exemplo, a tecnologia pode mostrar o estado de um determinado produto – se ele já está montado, se tem algum defeito, se ainda falta algo na linha de produção – a qualquer um que tenha acesso a um tablet, celular ou computador.

“Vai existir uma sinergia muito grande entre a realidade aumentada e a internet das coisas. O funcionário pode estar na Índia, por exemplo, reconhecer que tem algo errado e fazer uma ação de intervenção”, comentam os professores da Mauá.

Mas em relação à sua implementação na indústria, vale destacar que a tecnologia existe e não precisa de um grande investimento, embora o problema esteja na articulação e na eficiência do sistema brasileiro, com empecilhos como o tributário, por exemplo.

Quer saber mais sobre os benefícios da realidade aumentada na indústria? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e compartilhe suas experiências com a gente nos comentários.

4 passos indispensáveis num plano de implantação da Indústria 4.0

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O conceito de Indústria 4.0 tem atraído cada vez mais interessados e adeptos por sua alta capacidade de reduzir custos e aumentar a vantagem competitiva.

Apesar de ser uma estratégia complexa e que envolve diversas tecnologias e processos, implementar a Indústria 4.0 não é uma tarefa tão inacessível quanto pode parecer.

Tornar a fábrica mais inteligente e autônoma permite aumentar o ritmo de produção e evitar custos desnecessários, além de possibilitar a customização de produtos e, assim, atender consumidores cada vez mais exigentes. No entanto, é preciso de foco e conhecimento para priorizar as estratégias mais adequadas.

Confira, a seguir, um passo a passo para implantar a Indústria 4.0 e fazer o melhor uso das tecnologias e dos ativos que já estão na sua empresa.

Premissas da Indústria 4.0

Antes de qualquer coisa, é fundamental ter alguns conhecimentos em mente para traçar um roteiro de implantação e treinamento em que seja possível utilizar os melhores recursos, de acordo com cada tipo de planta existente.

"As principais características da Indústria 4.0 é ser colaborativa, preditiva e inteligente, para isso, sua arquitetura de produção deve ser interoperável, flexível e descentralizada, com impactos diretos na escala produtiva, mão de obra e tomada de decisões", aponta o consultor Márcio Venturelli.

O especialista ainda ressalta 3 diretrizes que um projeto do tipo deve englobar:

  • Permitir novas formas de fazer negócios;
  • Eliminar ao máximo o desperdício e o erro;
  • Permitir customização e personalização da produção.

Passo 1: automação

O primeiro passo para implantar a Indústria 4.0 e aproveitar seus benefícios é analisar a automação existente e atualizar as máquinas defasadas para que elas se enquadrem nas tecnologias atuais.

Busque por máquinas que permitam ampliar a conectividade, aumentando, assim, o nível de coleta de dados. Além disso, é importante que a tecnologia possibilite a implantação em grande escala, mas sem acarretar em custos tão altos.

Por isso, é preciso pesquisar bastante no mercado e entender a fundo quais as necessidades e gargalos da empresa antes de tomar uma decisão equivocada.

Passo 2: coleta de dados

Uma vez que as máquinas estejam atualizadas e conectadas, é chegado o momento de coletar os dados da linha de produção e integrá-los com os sistemas de gestão, como o EPR ou o MES.

Aqui, é preciso, também, definir processos e um plano de gestão para que esses dados fiquem em um ambiente seguro, mas que seja de fácil acesso a qualquer dia e local.

Além disso, pode ser necessário trabalhar com softwares diferentes para coletar todos os dados. No entanto, é preciso saber priorizá-los e destacar as informações importantes a serem usadas para decisões gerenciais. Afinal, não é a quantidade de dados que tornará a sua empresa mais competitiva, mas, sim, o uso que será feito deles.

Passo 3: otimização

Com os dados sendo coletados e organizados, será possível acompanhar e avaliar os indicadores de eficiência da linha de produção e, assim, traçar estratégias para otimizá-la e reduzir perdas.

É importante ressaltar que a possibilidade de visualizar os dados em tempo real e a qualquer hora e lugar permite aumentar ainda mais a capacidade de produção e reduzir os custos operacionais. Dessa forma, será possível fazer muito mais com menos e, ainda, atuar de forma a evitar paradas e realizar manutenções preditivas.

Passo 4: Big Data e manutenção preditiva

Falando em manutenção preditiva, esse é o momento de começar a se antecipar a problemas para reduzir ainda mais os custos com imprevistos.

O Big Data será o seu grande aliado nessa tarefa, uma vez que ajuda a desenvolver um olhar mais apurado sobre a produção e processos internos. Lembre-se, porém, de garantir que você tenha à disposição plataformas confiáveis e de fácil integração para que as informações não sejam perdidas ou cheguem de maneira equivocada.

Com a Indústria 4.0 implantada e em operação, está na hora de colher os frutos. Mantenha um comparativo entre os indicadores e resultados de antes e após o processo para que seja possível mensurar os ganhos obtidos.

Ficou com alguma dúvida sobre o processo? Mande a sua pergunta nos comentários para que possamos debater mais sobre o assunto e até a próxima. 

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Indústria 4.0 e a mudança de comportamento de consumo

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A Indústria 4.0 representa uma evolução dos processos atuais. Com o uso da tecnologia, da Internet das Coisas (IoT) e de softwares inteligentes, vai ser possível deixar todo o processo produtivo mais autônomo e eficaz, além de diminuir os custos.

No entanto, as mudanças trazidas por essa nova revolução industrial não ficarão restritas apenas ao âmbito produtivo ou de dentro das empresas. A forma como os consumidores compram e se relacionam com os negócios e produtos também já começa a apresentar sinais de que é preciso repensar alguns conceitos.

Quer entender melhor como a Indústria 4.0 também influencia na mudança de comportamento de consumo? Acompanhe.

Indústria 4.0 e o consumo personalizado

Com as novas tecnologias trazidas pela Indústria 4.0, será possível coletar dados e incorporá-los à linha de produção. Isso significa que as demandas poderão ser monitoradas em tempo real e as linhas de produção adaptadas rapidamente. Assim, a personalização de produtos em larga escala se tornará uma atividade mais fácil de ser realizada e que não vai requerer aumento de custos.

"Máquinas dotadas de Inteligência Artificial são capazes de ajustar processos atendendo a um alto índice de personalização. Produtos padronizados gradativamente vão deixar de ser produzidos. O consumidor, hoje, tem um alto grau de exigência", complementa o prof. José Luiz Arruda de Oliveira, sócio-diretor da Expertise Qualificação e Consultoria.

Nesse novo cenário, o consumidor passa a integrar ativamente o processo produtivo das empresas. Como as suas necessidades e desejos se tornam o centro da cadeia produtiva, o cliente atua como fornecedor de insights para os negócios.

Dessa forma, a cadeia deixa de ser linear e seguir uma orientação única que sai da indústria, passa pelo distribuidor e varejista e termina no consumidor. As duas extremidades ficarão cada vez mais próximas, permitindo com que os consumidores desempenhem um papel ativo no mercado e, assim, as ofertas sejam mais direcionadas e adequadas.

As mudanças que estão por vir

Apesar de todas as mudanças da Indústria 4.0 ainda parecerem um pouco distantes e futuristas, elas já estão acontecendo e impactando a rotina tanto dentro das empresas quanto dos consumidores.

Pelo ponto de vista dos clientes, a personalização de ofertas é altamente benéfica. Em um mundo com cada vez mais informações e opções de produtos à disposição, encontrar itens que consigam suprir exatamente as necessidades do público aproxima o relacionamento com as empresas e o torna mais aberto e transparente.

Para as indústrias, essa mudança é igualmente positiva. Afinal, quanto mais certeiros forem os produtos, maiores as chances de vendas.

"Podemos prever mudanças de comportamento em vários setores da sociedade e no dia a dia das pessoas. Como exemplo, o surgimento de aplicativos de viagem e empresas como Uber e 99Taxi, provocando a mudança de hábitos de consumos. Muitas pessoas já não enxergam a necessidade de adquirir veículos próprios. Empresas como Ford, Volvo e Porsche estão oferecendo serviços de aluguel de carro, com contratos anuais, indicando uma mudança de estratégia de negócios", acrescenta o professor.

Os desafios da Indústria 4.0 e do novo perfil de consumo

Como toda revolução, a Indústria 4.0 vai trazer consigo alguns desafios. Afinal, é preciso mudar antigos conceitos de negócios, avaliar as novas opções disponíveis e realizar investimentos certeiros.

"Investimentos significativos terão que ser feitos em todos os setores da economia e da sociedade.  Empresas que têm um formato de administração tradicional correm o sério risco de ficaram obsoletas. Governos que não têm visão de futuro também terão grande dificuldade de se adaptar a um novo formato de consumo e de mudança digital. Passaremos por uma grande revolução, maior do que todas as outras já vivenciadas pela humanidade", alerta Oliveira.

Entender as novas exigências dos consumidores e adaptar o modelo de negócio e o processo produtivo a essa nova realidade não é um trabalho fácil. No entanto, se adaptar com agilidade e assertividade fará toda a diferença para manter o negócio competitivo! E na sua empresa, como a mudança no comportamento de consumo é trabalhada?

Totvs_voz da industria

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